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As minhas chouriças estão desde ontem cabisbaixas e tristonhas, os presuntos todos que hei-de comer puseram-se macambúzios e até me parece que agora manquejam um pouco por causa de uma dor que os apanha pelos quartos e que talvez seja uma espécie de ciática post mortem.

 

Manuel Jorge Marmelo, no seu Teatro Anatómico.

Este ano, Manuel Jorge Marmelo viu editado o seu Uma Mentira Mil Vezes Repetida na Alemanha.

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Manuel Jorge Marmelo venceu o Prémio Literário Casino da Póvoa 2014, no valor de 20.000€, com o romance Uma Mentira Mil Vezes Repetida, publicado em 2011 pela Quetzal.

 

O júri, constituído por Isabel Pires de Lima, Carlos Quiroga, Patrícia Reis, Pedro Teixeira Neves e Sara Figueiredo Costa, escolheu a obra de uma lista de quinze finalistas e de um total de 180 obras a concurso.

 

O prémio será entregue no próximo sábado, dia 22, na sessão de encerramento da 15ª edição do festival literário Correntes d’Escritas.

 

Uma Mentira Mil Vezes Repetida recebeu o aplauso unânime da crítica aquando da publicação. A atribuição deste prémio é um reconhecimento pela extraordinária qualidade deste livro mas também a consagração do percurso literário de Manuel Jorge Marmelo.

 

"O principal mérito de MJM está na forma como consegue manter a sensação de claustrofobia narrativa, sem deixar que o leitor se perca no caos de repetições, incongruências e "solavancos lógicos". Muito bem escrito, o livro oferece-nos pelo menos dois pastiches brilhantes: um de García Márquez (a cidade de Polvorosa, uma espécie de Macondo onde se produz cacau em vez de bananas); outro de Thomas Pynchon (a barafunda postal de Granada)."

José Mário Silva, Expresso

 

Uma Mentira Mil Vezes Repetida é um festim de labirintos narrativos que esconde, só pelo prazer de forçar a descoberta, as reflexões sobre o mundo que nenhum telejornal permite e que a literatura guarda como melhor espelho de todos nós.”

Sara Figueiredo Costa, Time Out

 

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Aqui fica o texto do vencedor do passatempo Uma Mentira Mil Vezes Repetida. Será este leitor, Nuno Casimiro, a apresentar logo à tarde, no Auditório Municipal Sophia de Mello Breyner, em Vila Nova de Gaia, o romance de Manuel Jorge Marmelo:

 

"Uma mentira mil vezes repetida é uma singular homenagem aos que sofrem do mal da leitura e aos que para isso contribuem escrevendo histórias. Por isso espreitam entre as suas páginas Vila Matas, Cortázar, Borges, Calvino, Pessoa e todos os outros, mas, ao contrário do que acontece com tantas obras sobre a desgraça de escrever-ler (não há uma sem outra), este romance ocupa-se de um tempo real e preciso, por muito que sejam ilusórias as geografias e inventados os nomes. O discurso sobre o logro é enfim um tratado sobre o real tão mal inventado em que nos movemos: a reflexão sobre o mal, a história, os transportes públicos e a sociedade é tão mais pertinente quanto todo o tom da narrativa parece ser o da incapacidade de levar algo até ao fim contando verdades ou, pelo menos, criando uma mentira coerente e completa.

Aqui, para lá de se manipular a matrioska da meta-literatura, expõe-se o logro em que vivemos e, talvez por essa razão, o pobre narrador vê-se desconcertado no momento de desarmar a trama, voltando a enlear-se, mas desta vez acompanhado.

E, para não escapar ao tom livresco, há ainda uma dose notável do autor e suas desgraças: nesta persistência em personagens que são de algum modo derrotados pela literatura, em tipos que não chegaram sequer a ser falhados, em gente que vive na mesquinhez a que nos condenaram. Isto é, o romance é também muito marmeliano na medida em que o próprio escritor é um tipo recluso numa cidade-país incrível mas perdida numa espiral demente de má gestão e má cidadania, com 20 livros publicados mas que, até este último romance, parecia não justificar recensão crítica em lado algum, arrumado para a beirinha de vários pratos e que, a cada duas por três, parece querer baixar publicamente os braços.

 

Ainda bem que não o fez e nos ofereceu um livro magistral."

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No próximo dia 6 de dezembro, às 18h00, o escritor Manuel Jorge Marmelo apresentará o romance Uma Mentira Mil Vezes Repetida no Auditório Municipal Sophia de Mello Breyner, em Vila Nova de Gaia. Depois de Manuel António Pina e de Hélia Correia terem feito as apresentações em Matosinhos e em Lisboa, entendemos, desta feita, dar voz aos leitores. Para tal, poderão enviar-nos os vossos textos (até 1500 caracteres) sobre o livro, para o e-mail quetzalblog@sapo.pt, com os dados pessoais e contactos, até dia 2 de dezembro. Manuel Jorge Marmelo escolherá o melhor texto e convidará o autor a falar sobre o livro na referida sessão.

 

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Hoje

26.10.11

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Crítica

14.10.11

 

"O principal mérito de MJM está na forma como consegue manter a sensação de claustrofobia narrativa, sem deixar que o leitor se perca no caos de repetições, incongruências e "solavancos lógicos". Muito bem escrito, o livro oferece-nos pelo menos dois pastiches brilhantes: um de García Márquez (a cidade de Polvorosa, uma espécie de Macondo onde se produz cacau em vez de bananas); outro de Thomas Pynchon (a barafunda postal de Granada)."

 

José Mário Silva, Expresso, 4 estrelas, 01-10-2011

 

“A narrativa desenvolve-se a vários níveis que se entrecruzam com a agilidade de um jogo, o caos do absurdo e a zombaria da impossibilidade.”

 

Helena Vasconcelos, Público, 4 estrelas, 14-10-2011

 

 

Uma Mentira Mil Vezes Repetida é um festim de labirintos narrativos que esconde, só pelo prazer de forçar a descoberta, as reflexões sobre o mundo que nenhum telejornal permite e que a literatura guarda como melhor espelho de todos nós.”

 

Sara Figueiredo Costa, Time Out, 4 estrelas, 28-09-2011

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Convite

03.10.11

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"O principal mérito de MJM está na forma como consegue manter a sensação de claustrofobia narrativa, sem deixar que o leitor se perca no caos de repetições, incongruências e "solavancos lógicos". Muito bem escrito, o livro oferece-nos pelo menos dois pastiches brilhantes: um de García Márquez (a cidade de Polvorosa, uma espécie de Macondo onde se produz cacau em vez de bananas); outro de Thomas Pynchon (a barafunda postal de Granada)."

 

José Mário Silva, Expresso, sobre Uma Mentira Mil Vezes Repetida, de Manuel Jorge Marmelo.

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Convidamos o leitor a visitar o Teatro Anatómico, de Manuel Jorge Marmelo. Uma Mentira Mil Vezes Repetida já está nas livrarias e o lançamento será no dia 6 de outubro, na Biblioteca Municipal Florbela Espanca, em Matosinhos. Manuel António Pina, poeta e prémio Camões, apresentará o livro. A 14 de outubro chega às livrarias uma nova edição de O Amor É Para os Parvos.

 

 

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Não é mentira

23.09.11

"Pode um escritor imaginar outro escritor e escrever um livro real sobre um livro imaginário? A pergunta tem resposta no novo livro de Manuel Jorge Marmelo. “Uma mentira mil vezes repetida” conta a história de um narrador sem nome que passa os dias a divagar pelos transportes públicos do Porto com um livro debaixo do braço."

 

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QUETZAL. Ave da América Central, que morre quando privada de liberdade; raiz da palavra Quetzalcoatl (serpente emplumada), divindade tolteca, cuja alma teria subido ao céu sob a forma de Estrela da Manhã.

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