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Quetzal

Na companhia dos livros. O blog da Quetzal Editores.

«São raras as vezes que um livro nos prende pelos dois grandes motivos que justificam a existência de leitores: boas histórias e boa escrita. A percentagem de um dos lados normalmente é superior à outra, numa espécie de balanço universal das contas. Há grandes histórias que nos prendem com as suas reviravoltas e há outras que nos agarram pela originalidade com que criam novos caminhos para as palavras. Neste caso - o romance de estreia da escritora inglesa de origem nigeriana e ganesa - as duas estão em perfeita harmonia, tão perfeita como a beleza das coisas frágeis. Título da versão portuguesa que vai raptar uma das frases do livro. O romance de Taiye Selasi, de 34 anos, pode chamar-se uma história de família, uma saga carregada de imagens, de retratos de pessoas que conhecemos e poderíamos ter conhecido. Tudo começa com uma morte. Mas o que de trágico isto acarreta é suplantado pela história que conta. Por uma memória que acontece enquanto acompanhamos os minutos finais do protagonista, Kweku Sai, um cirurgião que fez muita coisa bem, mas tanta má, ao deixar a família. Assim arranca esta história: "Kweku morre descalço num domingo antes do nascer do Sol, com os chinelos no chão, junto à entrada da porta do quarto, como dois cães."»

 

Ler aqui a entrevista completa da escritora Taiye Selasi à jornalista Vanda Marques, do i.

 

«Nasceu em Londres, filha de uma nigeriana e um ganês, cresceu nos Estados Unidos e vive actualmente entre Roma e Nova Deli. Por sua vez, a ideia para “A Beleza das Coisas Frágeis” (Quetzal Editores, 2014) surgiu-lhe num retiro de yoga na Suécia. De sua justiça, Taiye Selasi apelidou-se “afropolitan”.

 

A escritora/fotógrafa de 34 anos conta com uma bagagem académica de Oxford e Yale, bem como textos publicados na Granta e Best American Short Stories. Selasi não descobriu a pólvora, mas aquilo que sabe fá-lo de forma competente, uma vigilância constante dos personagens, das suas motivações e gestos.»

 

Nelson Ferreira, Rua de Baixo

 

«Taiye Selasi renova o nosso conceito de romance.»

Teju Cole, autor de Cidade Aberta

 

«Taiye Selasi teve o apoio de Toni Morrison e foi recomendada por Salman Rushdie. A Beleza das Coisas Frágeis é um dos mais falados romances dos últimos tempos.»

The Guardian

 

«Selasi mostra, neste livro, o talento para percorrer um longo caminho na literatura, iluminando a experiência afro-americana com sensibilidade e inteligência.»

The Daily Telegraph

 

«Taiye Selasi escreveu um primeiro romance muito ambicioso – no melhor sentido do termo.»

The New York Times

 

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