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Arranca amanhã, na vila de Óbidos, a primeira edição do Folio – Festival Literário Internacional de Óbidos. O escritor angolano José Eduardo Agualusa é o curador do Folio Autores e, na altura da apresentação do projeto, afirmou que esta será “uma grande festa da literatura, do livro e das ideias, muito focada na língua portuguesa e na lusofonia, em particular no Brasil, mas sem esquecer o resto do mundo.”

Durante os 11 dias de festival passarão por Óbidos cerca de 50 autores nacionais e estrangeiros, entre os quais José Luís Peixoto, que lança também neste mês o seu novo livro, Em Teu Ventre, o brasileiro Reinaldo Moraes, autor de Pornopopeia e de O Cheirinho do Amor, a escritora cubana Karla Suárez (Havana, Ano Zero) e Bruno Vieira Amaral (As Primeiras Coisas).

 

21 de outubro, 18h30 – 20h00, Rachel Kushner e Karla Suárez, moderação de José Mário Silva;

22 de outubro, 14h30 – 16h00, Patrícia Reis, Tatiana Salem-Levy e Reinaldo Moraes, moderação de Filipa Martins;

 

25 de outubro, 11h00 – 12h30, Valério Romão, Bruno Vieira Amaral e João Paulo Cuenca, moderação de Filipa Martins;

 

25 de outubro, 14h30 – José Luís Peixoto e Pedro Rosa Mendes, moderação de Luís Maio.

 

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«Quem chama os fluídos fisiológicos de “fluídos fisiológicos” não ama. Porra.
Reinaldo Moraes

Esta afirmação diz muito, desde logo, sobre “O Cheirinho do Amor” (Quetzal, 2015), recentemente editado em Portugal. Reinaldo Moraes, nascido em 1950, não teve educação sexual institucional na escola nem em casa, como hoje se pretende que exista, educação essa tomada por um discurso técnico-científico ou delicado e doce; caso contrário não teria escrito as crónicas neste livro reunidas, nem gostaria tanto do tema do sexo, nem do sexo, sendo tema ou não. O autor esclarece: «não estou ensinando sexo pra ninguém». Nem é preciso. Nada do que é sexual lhe é estranho e, quando não é sexual, ele arranja maneira de que se torne.

Para quem precisa de rir e não tem bons motivos para isso, a prescrição é a leitura deste livro. No verão mais se agradece um livro assim, fresco sobre questões quentes, descontraído e tão divertido que as gargalhadas cortam a leitura a todo o momento.»

 

Crítica ao livro de Reinaldo Moraes no site Deus Me Livro.

 

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Isabel Coutinho foi a São Paulo falar com o Reinaldo Moraes.

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Conhecer Zeca

24.01.12

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Crónica de Luís Pedro Nunes, no revista do Expresso

 

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Reinaldo Moraes, o jornalista João Bonifácio e a editora da Quetzal, Lúcia Pinho e Melo, ontem, na apresentação de Pornopopeia na Fnac do Chiado

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Imperdível

05.01.12

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Pornopopeia, de Reinaldo Moraes, em 4º lugar na lista da Time Out

 

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"Não é dífícil perceber por que razão "Pornopopeia" tem deixado atrás de si um rastro de elogios desbragados: a menos que não se tenha um pingo de humor e um resquício que seja de imoralidade, é impossível não apreciar o anti-herói deste épico e a suruba (ou, portuguesmente, orgia) de prazer que é o trabalho de linguagem do autor, o brasileiro Reinaldo Moraes. Isto é o óbvio e o que toda a gente, de São Paulo a Londres, tem realçado. Mas "Pornopopeia" é, felizmente, mais do que um festival de sacanagem com língua delirante."

 

João Bonifácio, Ípsilon

 

Em janeiro, Reinaldo Moraes estará em Lisboa e fará uma apresentação do livro na Fnac do Chiado.

 

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Um gostinho da entrevista de Reinaldo Moraes à Time Out:

 

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Coisinhas Boas

25.07.11

João Pereira Coutinho diz que Pornopopeia "é a primeira grande desilusão literária do ano". Se fôssemos especialistas em marketing diríamos que este é um livro que não vai deixar ninguém indiferente.

 

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"Mas esta odisseia - quase seiscentas páginas - regada de sexo, álcool e todo o género de estupefacientes é muito mais do que uma adaptação tropical da literatura beatnick. Porque Moraes constrói uma delirante digressão romanesca em que o abjecto, a comédia e a filosofia se aliam para construir uma história que nos fornece um retrato vívido do bas-fond paulista em toda a sua decadência."

 

A crítica de Sérgio Almeida, na Notícias Sábado e no blog Babel, a Pornopopeia, que mereceu 4 estrelas.

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"Na sua opinião, neste intervalo entre «Pornopopeia» e o seu anterior romance, o que mudou em termos literários? Como vê a literatura nos anos 80 e hoje?
Nos anos 80 eu era um jovem meio ignorante, bastante presunçoso e cheio de tesão para dar e vender. A minha literatura na época era, de alguma forma, resultado dessas condições. Hoje, o que posso afirmar, com certeza, é que eu não sou mais jovem. Mas certas glândulas ainda funcionam bem. Quanto às obras dos demais escritores, não me interessa classificá-las. Não sou um historiador da literatura brasileira. Apenas continuo a confeccionar, quietinho, a minha muamba literária."

 

Entrevista de Reinaldo Moraes ao Diário Digital

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"Vai, senta o rabo sujo nessa porra de cadeira giratória emperrada e trabalha, trabalha, fiadaputa. Taí o computinha zumbindo na sua frente. Vai, mano, põe na tua cabeça ferrada duma vez por todas: roteiro de vídeo institucional. Não é cinema, não é epopeia, não é arte. É – repita comigo – vídeo institucional. Pra ganhar o pão, babaca. E o pó. E a breja. E a brenfa. É cine-sabujice empresarial mesmo, e tá acabado. Cê tá careca de fazer essas merdas. Então, faz, e não enche o saco. Porra, tu roda até pornô de quinta pro Silas, aquele escroto do caralho, vai ter agora «bloqueio criativo» por causa dum institucionalzinho de merda? Faça-me o favor."

 

Pornopopeia, Reinaldo Moraes

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Para saber o que é Pornopopeia, basta ler Nelson Motta:

 

""Pornopopeia", de Reinaldo Moraes, é o melhor romance brasileiro que li — às gargalhadas — nos últimos anos. Um diretor de comerciais decadente e louco por sexo, drogas e encrencas se envolve com uma seita de Surubrâmanes e mergulha em uma epopeia tragicomicossexual de 480 páginas em que a invenção literária, a cultura pop e o rigor da linguagem estão a serviço do humor e da crítica social com uma graça e uma grossura raramente vistas juntas em nossas letras. É o fino do grosso.

É como se Henry Miller e Bukowski tivessem fumado, bebido, cheirado e viajado de ácido com o devasso Zeca pelo submundo de drogados, bebuns, putas, travecos e traficas da noite paulistana. Como um "Ulisses" doidão, priápico e bagaceiro, "Pornopopeia" é movido por uma sucessão vertiginosa de acontecimentos e narrado em monólogos interiores elaborados com linguagem forte, ágil e precisa, em que Zeca relata sua epopeia pornoescatológica debochando de suas próprias metáforas e hipérboles, avacalhando o seu relato aparentemente caótico mas baseado em uma sólida estrutura e em personagens tão sórdidos e patéticos quanto divertidos e sedutores. Poucas vezes tanta baixaria foi elevada a tais alturas."

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QUETZAL. Ave da América Central, que morre quando privada de liberdade; raiz da palavra Quetzalcoatl (serpente emplumada), divindade tolteca, cuja alma teria subido ao céu sob a forma de Estrela da Manhã.

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