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Rebecca Solnit escreve contra o ultraje - PÚBLICO “Acho sempre que quando escrevo o faço contra alguma coisa, em vez de a favor de algo. Quando escrevi Esta Distante Proximidade estava a reagir contra a ideia de que a empatia é apenas um sentimento. É também um acto imaginativo, como nos imaginamos na vida de outra pessoa. É por isso que a empatia um é tremendo acto criativo, muito ligado à habilidade de contar histórias, de entender histórias. Uma falha de empatia é sempre uma falha da capacidade imaginativa. Por exemplo, nesta pré-campanha vemos as pessoas à volta de [Donald] Trump e da sua falta de imaginação sobre o que é ser negro, o que é ser pobre, o que é ser imigrante, como é ser todas essas categorias de pessoas e encorajar a violência em relação a eles. É quase como um acto ritual, linchar todo o velho sul, um acto de não empatia. Empatia é o sentido de que não estamos separados; eu sinto por ti o que acontece contigo. Isso torna-nos vulneráveis e por isso as pessoas tentam de tantas formas não ser empáticas.”

Isabel Lucas entrevistou Rebecca Solnit, autora de As Coisas Que os Homens me Explicam, em San Francisco.

 

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«“Qual é a nossa história?” Rebecca Solnit constrói um livro a partir desta pergunta primordial a que vai dando respostas, sustentada na reflexão sobre sua relação “maligna” com a mãe. A partir do que podemos chamar um ajuste de contas de uma mulher adulta com a sua mãe doente de Alzheimer, Solnit vai atrás da sua história e, a partir dessa singularidade, convoca a imaginação e nomeia-a a sua grande aliada para conseguir chegar ao outro. Sem imaginação, diz Solnit, não há empatia, o mesmo é dizer que sem imaginação somos seres isolados no mundo.»

 

Isabel Lucas, Público

 

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José Mário Silva, na revista Atual, do Expresso, sobre Esta Distante Proximidade, de Rebecca Solnit. Cinco Estrelas para este livro fantástico.

 

«Para falar de si mesma ou da sua mãe, no processo gradual de afundamento no nevoeiro da doença de Alzheimer, Solnit cria camadas sobrepostas de histórias. As suas próprias histórias, episódios da sua vida que vão sendo desvendados com uma espécie de pudor que nunca esconde as suas pulsões essenciais, e histórias daqueles que lhe são ou foram próximos. São fragmentos oblíquos que estão ao serviço de narrativas maiores, tentativas de compreensão do mundo que se cruzam com dezenas de outras histórias. Estas multiplicam-se, propagam-se, convergem, desmultiplicam-se como bonecas russas ou bifurcam-se como rios de vasto delta.»

 

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Maria do Rosário Pedreira destaca o livro de Rebecca Solnit, Esta Distante Proximidade, no blog Horas Extraordinárias:

«Na última página do livro, o editor escreve com que tipo de letra e onde foi impresso o “romance” que acabámos de ler. Ora, embora se leia como um romance e fale sobretudo do “poder redentor das histórias”, Esta Distante Proximidade, de Rebecca Solnit – uma das ensaístas mais aclamadas dos EUA na actualidade – não é um romance, e quase apostaria que no país de origem figura nas listas de livros de não-ficção. Na verdade, parte do livro é realidade, autobiografia, e a outra parte reflexão e sugestão de teoria. Mas tudo está ligado efectivamente pelas histórias – mitos, lendas, fábulas, contos de fadas, histórias da História e também coincidências e episódios da vida da autora.»

 

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Esta Distante Proximidade, nomeado para o National Book Award, é como uma boneca russa - cada história contém histórias e os capítulos espelham-se uns aos outros. Uma narrativa riquíssima, luxuriante de incidentes e surpresas.

 

O livro, o primeiro que a Quetzal publica da escritora Rebecca Solnit, já está nas livrarias.

 

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QUETZAL. Ave da América Central, que morre quando privada de liberdade; raiz da palavra Quetzalcoatl (serpente emplumada), divindade tolteca, cuja alma teria subido ao céu sob a forma de Estrela da Manhã.

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