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«Escrito em 1955, “A casa da aranha” (Quetzal Editores, 2014) permanecia por publicar em Portugal. Depois de inaugurar com “Viagens” uma série dedicada a Paul Bowles, a Quetzal edita agora este magistral romance do escritor norte-americano, passado em Fez, «uma cidade medieval em funcionamento no século XX.»

 

Apesar de à imagem de outros livros de Bowles estar nele espelhado o conflito entre civilizações, “A Casa da Aranha” leva ao extremo a clivagem entre a cultura árabe e a do descolonizador francês, apresentando uma história «não sobre o padrão tradicional da vida em Fez, mas sobre a sua dissolução.»

 

Pedro Miguel Silva, Deus me Livro

 

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«Embora seja possível visitar os lugares descritos por Paul Bowles nestes textos, já se desvaneceram as realidades aqui retratadas, que dizem respeito, na sua maioria, ao período entre 1930 e 1960. Por outro lado, os lugares mais citados são Tânger, onde Bowles assentou arraiais durante 52 dos seus 88 anos de vida, e o Ceilão, onde Bowles também viveu durante vários anos, pelo que não se encaixam na acepção estrita da “literatura de viagens”, usada para catalogar o livro de Bowles. São, no entanto, relatos vivos de paragens exóticas, perspicazes e permeados por fina ironia, vistos por olhos ocidentais e que proporcionam proveitosa leitura.»

 

José Carlos Fernandes, Time Out

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«Para Paul Bowles, um livro de viagens “é uma história daquilo que aconteceu a uma pessoa num local particular, e nada mais que isso; não contém informação sobre hotéis e auto-estradas, listas de frases úteis, estatísticas ou conselhos sobre o tipo de roupa de que necessitará o possível viajante.” E, vistos no seu conjunto, estes artigos mostram que se manteve fiel ao “tema principal dos melhores livros de viagens”, o do “conflito entre o escritor e o local.”»

 

António Rodrigues, Ípsilon

 

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QUETZAL. Ave da América Central, que morre quando privada de liberdade; raiz da palavra Quetzalcoatl (serpente emplumada), divindade tolteca, cuja alma teria subido ao céu sob a forma de Estrela da Manhã.

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