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Quetzal

Na companhia dos livros. O blog da Quetzal Editores.

 

Na passada ficou a inauguração da nova Livraria Bertrand do Centro Comercial Colombo, de que José Luís Peixoto é padrinho e o artigo de Isabel Coutinho, no Ípsilon, sobre Sérgio Rodrigues, autor de Elza, a Garota. Depois de um fim-de-semana cheio de Mario Vargas Llosa, a começar precisamente na sexta-feira, no Ler no Chiado onde se falou da obra do Prémio Nobel da Literatura 2010, a semana começa bem para nós aqui na Quetzal, com a notícia de que Livro de José Luís Peixoto continua nos tops (Bertrand, Fnac e Wook), na companhia de O Sonho do Celta, umas posições acima. E hoje, no Público, sugestões de livros para ofertas de Natal: dos dez, dois são nossos, Vargas Llosa, claro, e Renascer, os diários de Susan Sontag.

 

O Sonho do Celta baseia-se na vida do irlandês Roger Casement, cônsul britânico no Congo belga, em inícios do século XX – e que durante duas décadas denunciou as atrocidades do regime colonial,  antes de rumar à Amazónia peruana.  É no cenário deslumbrante e perturbador do rio Congo, revelado por Roger Casement ao escritor Joseph Conrad – e de que este se serviu para o seu romance O Coração das Trevas– , que Mario Vargas Llosa situa no início do seu livro. Roger Casement, defensor dos direitos humanos, nacionalista irlandês, condenado à morte por traição, é mais do que um personagem de romance; a sua vida extraordinária, cheia de aventuras, ousadias, sonhos e perseguições é também um fragmento da história da humanidade que não desiste de ser humana e justa, apesar das muitas desilusões que a cerca.

 

O Sonho do Celta, de Mario Vargas Llosa | série américas

Tradução de Cristina Rodriguez

440 páginas

 

Lançado há menos de vinte dias em Espanha e no Peru, O Sonho do Celta, de Mario Vargas Llosa, chega este fim-de-semana às livrarias portuguesas, com a chancela da Quetzal e na tradução de Cristina Rodriguez. 


Uma obra sobre alguém que foi muitos personagens de cada vez, com incongruências e contradições na sua biografia. Um romance motivado pela atracção de Vargas Llosa pela dualidade deste celta, «entre um herói e  um ser humano normal».

 

No Público de amanhã (edição em papel), pode ser lido um excerto do livro.


 

Roger Casement. Este homem, amigo de Joseph Conrad (e que o guiou numa viagem pelo Rio Congo, revelando-lhe uma realidade mais tarde retratada no romance O Coração das Trevas), teve uma vida extraordinária, plena de aventura. Acérrimo defensor dos direitos humanos - como também o comprovam os relatórios que redigiu durante a estadia na Amazónia peruana - militou activamente, no fim da sua vida, o nacionalismo irlandês, acabando condenado à morte por traição e executado.

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