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«Como uma espécie – ou tentativa de – de serviço público em forma de singular biografia, António Cândido Franco construiu “O Estranhíssimo Colosso” (Quetzal, 2015), um livro dividido em quatro partes que tem a tarefa hercúlea de dar a conhecer mais sobre o filósofo Agostinho da Silva, homem que ousou em toda a sua vida desafiar a normalidade, aceitando um estatuto de uma marginalidade que lhe dava o “privilégio” de poder dispensar o uso de, por exemplo, um bilhete de identidade.

Ao longo de mais de 730 páginas somos convidados a entrar na vida e nas desventuras de alguém que dispensava fronteiras ao pensamento, sob a perspectiva assumidamente apaixonada (e com elevadas doses de uma “saudável” vassalagem) de António Cândido Franco, professor universitário, autor de vários estudos sobre literatura e cultura portuguesa e responsável por livros como “A Vida Ignorada de D. Carlos” ou “A Literatura de Teixeira Pascoaes”.»

Carlos Eugénio Augusto, Deus Me Livro

 

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«Se não tivesse outras qualidades (que tem), esta biografia teria a de ser a primeira de Agostinho da Silva. Ele que, entre outras coisas, foi um grande biógrafo, encontra aqui um amplo terreno para um percurso que parece pedir o chavão de maior do que a vida. Apesar de um estilo por vezes demasiado encorpado, com frases muito extensas, de labor intrincado, há outros aspectos a ter mais em conta: os temas versados (uma imensidão), os anos cobertos (uma vida de quase 90 anos), a multiplicidade de fontes (entre próprias e alheias, mais as primeiras, diga-se).»

 

Hugo Pinto Santos, Time Out

 

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Sobre o mestre

18.02.15

Ao longo do livro refere-se a ele de várias formas, sempre com grande ternura. e com recurso ao possessivo, como quando lhe chama "meu vadio". Sentiu-se como um Platão que apresenta Sócrates às gerações que já não o conheceram?

 

A comparação é demasiado elevada para a minha pobre pessoa. Que o Agostinho possa ser um Sócrates, não tenho dúvidas nenhumas. É um inqueietador por excelência e, ao mesmo tempo, um retórico com um poder socrático. Mas não parece que eu possa ser um Platão. Seria, quanto muito, um historiador da Atenas do século V a falar do mestre.

António Cândido Franco em entrevista ao Correio da Manhã, a propósito de O Estranhíssimo Colosso, a biografia de Agostinho da Silva.

 

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«Avesso a holofotes, Agostinho da Silva (1906-1994), escritor, pedagogo e tradutor, permanece um desconhecido para muita gente. Razão acrescida para saudar a biografia que António Cândido Franco acaba de dar à estampa – O Estranhíssimo Colosso. […] Rigor, prosa escorreita, heterodoxia. O traquejo do biógrafo permite o uso de plebeísmos conformes ao biografado: “borraçudo” (o perfil da sociedade portuguesa durante o salazarismo), “marimbou”, “baril”, “Eh, pá!” ou “Marcelo e Tomás foram dentro”, fluem com naturalidade. Agostinho aprovaria.»

Eduardo Pitta, Sábado

 

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A 13 de fevereiro nas livrarias.

 

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QUETZAL. Ave da América Central, que morre quando privada de liberdade; raiz da palavra Quetzalcoatl (serpente emplumada), divindade tolteca, cuja alma teria subido ao céu sob a forma de Estrela da Manhã.

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