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«Como acontece com frequência nos romances de Vasco Graça Moura, há uma inteç\ao polémica declarada. Essa intenção manifesta-se desde logo no retrato deliberadamente grotesco dos anos imediatos de pós-Revolução, vistos em grande medida como o triunfo de um "tropel andrajoso" que não descansava enquanto não metesse "a direita no Campo Pequeno". Vinte anos depois, o discurso parece menos ousado, mas mantém a mesma recusa face a uma memória geracional idealizada.» 

 

Na edição de hoje do Ípsilon, Pedro Mexia escreve sobre oNaufrágio de Sepúlveda de Vasco Graça Moura.

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A pretexto da reedição de O Naufrágio de Sepúlveda e a actualidade, Vasco Graça Moura é entrevistado no domingo no Rádio Clube (Elisabete Pato) e Correio da Manhã (António RIbeiro Ferreira). A entrevista passa às 12h00 de domingo e sai publicada na edição do jornal nesse dia.

 

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Vasco Graça Moura conta-nos o naufrágio financeiro de um empresário, nas vésperas do 25 de Abril de 1974. Os nomes das personagens da família do protagonista, Manuel de Sousa Sepúlveda, coincidem com os nomes da família do infeliz navegador do século XVI, narrado na História Trágico-Marítima. Neste romance, onde se conta a história de um homem que tenta “salvar o barco” da sua empresa, no contexto da “batalha naval nas águas da banca portuguesa” (num momento crucial da história nacional, o fim do fascismo e o período mais turbulento da Revolução de Abril), há sempre elementos simbólicos do próprio naufrágio nacional. Publicado pela primeira vez em 1988, Naufrágio de Sepúlveda mantém-se actual.

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QUETZAL. Ave da América Central, que morre quando privada de liberdade; raiz da palavra Quetzalcoatl (serpente emplumada), divindade tolteca, cuja alma teria subido ao céu sob a forma de Estrela da Manhã.

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