Já está em linha o texto publicado por Isabel de Coutinho no Ípsilon da semana passada sobre Cabeça a Prémio de Marçal Aquino - um livro que segundo a jornalista nos arrasta para um filme de Quentin Tarantino.
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Já está em linha o texto publicado por Isabel de Coutinho no Ípsilon da semana passada sobre Cabeça a Prémio de Marçal Aquino - um livro que segundo a jornalista nos arrasta para um filme de Quentin Tarantino.
Hoje, no Ípsilon, um artigo de Isabel Coutinho sobre Marçal Aquino, páginas adiante, a crítica ao livro Cabeça a Prémio e ainda um texto de Pedro Mexia sobre Reduto Quase Final seguido de Discurso de Gabriel García Márquez a Alfredo Marceneiro.
Violência e redenção. «Cabeça a Prêmio», editado pela Quetzal, é um livro que resume na perfeição a obra de Marçal Aquino, um dos novos valores da literatura brasileira, uma literatura com uma «pluralidade de vozes» intensa nos dias de hoje, «com discursos tão variados, que, no fim, de alguma maneira, dão notícia do país em que vivemos». É hora de conhecer um novo Brasil, enquanto o escritor descobre calmamente na sua casa as palavras de José Cardoso Pires através de «O Delfim».
O dia-a-dia de uma equipe de policiais que tem como tarefa primordial a investigação dos desvios de conduta da própria instituição é o tema central de Força-Tarefa, série que a Rede Globo estreia no dia 16 de abril, logo após a exibição de A Grande Família. Escrita por Fernando Bonassi e Marçal Aquino, com direção geral de José Alvarenga Jr. e direção de Mário Márcio Bandarra, a série traz um time de sete policiais que utilizam a inteligência acima da força para desvendar crimes cometidos por aqueles que um dia juraram fazer cumprir as leis. (Fonte: globo.com)
Marçal Aquino publicou na série língua comum Cabeça a Prémio.
Cabeça a Prémio conta duas histórias onde se cruzam amores impossíveis, negócios ilícitos e mortes por encomenda. Uma das histórias trata de Brito e Albano, dois matadores de aluguer ao serviço dos irmãos Menezes, poderosos traficantes de drogas. O piloto de avião Dênis e Elaine, filha de um dos chefes do tráfico protagonizam, numa segunda linha narrativa, uma paixão com forte carga sexual que os leva a um temerário plano de fuga, enquanto são perseguidos pelo pai e tio dela.
É o relato cruel e melancólico de uma história de amor, traição, morte e violência – passada num Brasil bárbaro e profundo, longe do eixo Rio-São Paulo e das praias desenhadas para turistas europeus. Em linguagem e ritmo de cinema, Marçal Aquino revela-nos a existência de personagens fantásticas perdidas no interior de um país entregue à corrupção, aos negócios escuros e ao amor de perdição. Nesse mundo violento, comandado pelo dinheiro e pelo sexo, todos têm a cabeça a prémio, mesmo os familiars mais próximos: irmão contra irmão, filha contra pai, amante contra amante, os caminhos da paixão cruzam-se com os da morte, os da aventura, os da melancolia.
Cabeça a Prémio, de Marçal Aquino | língua comum
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