Manuel Queiroz, director do i, "encheu-se de pessimismo para explicar as teorias de Roger Scruton", num longo artigo publicado no passado sábado:
"Convém sempre uma dose de pessimismo quando olhamos para as possibilidades que se nos abrem para que possamos ter alguma perspectiva e para que se possa evitar grandes erros históricos como quando se acredita de mais no comunismo ou no nazismo, que falava, qualquer deles, em nome dos melhores propósitos. Mas com os mais sangrentos resultados."
