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«Este é o relato de algumas vidas que percorrem um jardim botânico que os homens tornaram carnívoro.» Há uma recensão em forma de post, assinado por João Villalobos no Albergue Espanhol.

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Luís Naves no À Volta dos Livros, com Ana Aranha, para ouvir aqui. 

 

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Agenda

31.01.11

 

 

E todos os leitores de Lisboa e arredores, visitantes ocasionais e regulares, estão convidados.

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Depois da Hungria, o novo romance de Luís Naves, passado na Guiné-Bissau, durante a Guerra Civil de 1998. Luís Naves esteve lá, enquanto repórter, e devolve-nos agora, em ficção, as imagens e as memórias da Guiné desses dias incertos.

 

 

 

Jardim Botânico, a 4 de Fevereiro, nas livrarias.

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Alexandre Borges, António Manuel Venda, Eduardo Pitta e Luís Naves estiveram no espaço da Bertrand/Quetzal para assinar os seus livros e falar com os seus leitores.

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«Lajos é um vencido pela vida, que não tem controlo sobre as suas personagens; o Luís tem total controlo sobre os seus personagens; Lajos vai-se apagando com a vida, o Luís vai-se iluminando»

 

João Villalobos na apresentação de Territórios de Caça, citado pelo Diário de Notícias.

 

«Uma obra algures entre o hambúrguer e a nouvelle cuisine: "Alimenta, é sólido do princípio ao fim e desperta o apetite". Mas também houve "Nocturno", de Aleksander Porfirivitch Borodin, e uma prenda de aniversário atrasada…»

 

E o relato de Pedro Justino Alves, no Diário Digital.

 

Para que se saiba como foi o lançamento do novo livro de Luís Naves. Ontem, na Bertrand do Chiado, com música, antes de tudo.

 

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«Da quietude pesada da tarde saiu um lamento, acompanhado de um barulho que parecia produzido por um corpo a roçar nos degraus da escada e plo som pausado de uma ão que batia na parede a um ritmo de soco. O rumor durou pouco tempo, apenas o suficiente para eu me aperceber da sua estranheza. Mas não me mexi imediatamente. Primeiro ainda pensei que viesse do interior da minha sonolência. Ou talvez não passasse de uma brincadeira de crianças . Fiquei imerso numa vaga indiferença, talvez um minuto, a ouvir aquele murmúrio, semelhante a um coração a pulsar na distância. Se tivesse ali permanecido, sem vontade para investigar, nada haveria para contar nestas páginas, o que seria bem melhor para mim, sem dúvida. Mas a curiosidade levou-me a abrir a porta. Saí para o corredor colectivo (a varanda típica corrida dos prédios húngaros) e abri a porta da escada (tarefa que me levou o que pareceu uma eternidade, enquanto escolhia o exemplar certo de um molho de chaves indistintas). E entrei na escadaria.»   

 

O primeiro parágrado de Territórios de Caça, de Luís Naves. O livro será apresentado no próximo dia 9 - não por acaso: passam vinte anos sobre a queda do Muro de Berlim e o romance é passado na Hungria e atravessado pela sombra do muro. Haverá além da apresentação por João Villalobos, uma actuação do Quarteto de Câmara de Vasco Barbosa, que interpretará um "nocturno" de Alexander Borodin.

 

 

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Luís Naves

23.10.09

 

Luís Naves nasceu em 1961, em Lisboa. É jornalista do Diário de Notícias. Fez reportagens na Guiné-Bissau, Paquistão e Coreia do Norte, escrevendo habitualmente sobre temas europeus. Tem dois romances e uma novela publicados. Luís Naves é também autor de vários contos, crónicas e ficções publicados em revistas. Escreve blogues nos blogues Corta-fitas e As penas do flamingo.

 

Na Quetzal publicou Territórios de Caça.

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Da Hungria

20.10.09

Territórios de Caça é o mais recente romance de Luís Naves. Chega às livrarias no próximo dia 6 de Novembro. Entretanto, aqui fica a capa (já divulgada no Origem das Espécies).

 

 

Luís Naves é jornalista no Diário de Notícias e autor de dois romances e uma novela. Fez reportagens na Guiné-Bissau, Paquistão e Coreia do Norte, escrevendo habitualmente sobre temas europeus. Publica também nos blogues As penas do flamingo e Corta-fitas.

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QUETZAL. Ave da América Central, que morre quando privada de liberdade; raiz da palavra Quetzalcoatl (serpente emplumada), divindade tolteca, cuja alma teria subido ao céu sob a forma de Estrela da Manhã.

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