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Entrevista a Rita Silva Freire na edição de 29 de Julho de 2009.

 

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Zé Pedro, Fernando Sobral e Francisco José Viegas, na apresentação de L.Ville, na Ler Devagar da Lx Factory.

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Manuel da Rosa não é um herói profissional. É um nómada, que por acaso é polícia, e que vive num mundo de contradições. As noções de bem e mal foram dinamitadas pela evolução recente das nossas sociedades. Já não existe o herói nem o vilão clássicos. Só há alvos em movimento. E por isso já não há happy endings.


Da entrevista publicada hoje no Diário Digital.

 

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Na enorme sala, dominada por uma antiga rotativa e uma escultura  de Joana Vasconcelos, a atmosfera é de festa. Francisco José Viegas e Zé Pedro, dos Zutos e Pontapés, apresentam L.Ville, o novo romance de Fernando Sobral (editado pela Quetzal), numa sessão com dezenas de pessoas.


 

Do texto de Rita Freira Nunes, no Jornal de Letras, sobre a Lx Factory.

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Estão aí os policiais vindos do frio e do norte da Europa, mas escolho dois vindos do Sul: um de Portugal, L. Ville, de Fernando Sobral; outro do México, Balas de Prata, de Élmer Mendoza. A sensação que tive ao ler L. Ville foi a de que não conhecia Lisboa; não conheço. A cidade transfigura-se com as memórias do detective de Sobral (Manuel da Rosa), um último romântico corrompido pelas memórias de Macau e de Lagos, na Nigéria, onde a vida vale pouco. Em Lisboa também vale cada vez menos; Sobral fala das sombras (há uma evocação clara da estatueta de jade, que pode ser de Dashiell Hammett), das ruas onde se pode comprar uma Kalashnikov, de um rosto oriental que atravessa a história de uma investigação a que a vida não empresta sentido nenhum.


E Élmer Mendoza. Mendoza é o talento puro para contar histórias; a narrativa é desordenada, cruzada, marcada pelo calor de México DF. Balas de Prata fala da cidade onde os mortos se acumulam (como em Bolaño, de certo modo), da sua inclinação por Cris, do narcotráfico e da rádio nocturna que se ouve nos carros sujos que atravessam Av. Insurgentes e avariam com o excesso de maus tratos. Ele é um investigador triste e solitário à maneira dos grandes mitos da literatura policial americana, dividido entre o seu desamor e as idas ao analista, entre as pequenas refeições nas roulottes da estrada de Cuernavaca e os personagens abandonados antes da morte.

 

Balas de Prata, de Élmer Mendoza, com tradução de Salvato Teles de Menezes, sai para as livrarias na próxima sexta-feira. Mendoza foi a principal fonte para Arturo Pérez-Reverte poder escrever A Rainha do Sul.

 

Republicação de um post de Francisco José Viegas que está de regresso ao Origem das Espécies.

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Na edição deste fim-de-semana da Notícias Sábado.

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Na sua «Esquina do Rio», no Jornal de Negócios de hoje, Manuel Falcão fala sobre L.Ville, de Fernando Sobral

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Na Ler Devagar |  Lx Factory, Francisco José Viegas explicou porque é que L.Ville é um livro novo — sendo policial e lisboeta —  e Zé Pedro elogiou o ritmo da narrativa, a capa do livro, o tamanho da letra e os capítulos curtos, como canções punk-rock.

 

(fotografia retirada daqui)

 

No fim, o ainda fomos apanhados por uma repórter que prepara um trabalho sobre os livros que circundam a grande máquina e a quem anunciámos o próximo lançamento da Quetzal na Lx Factory. Fixem esta data: 26 de Setembro.

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Logo, às 19h00, Zé Pedro apresenta L. Ville, na Ler Devagar | Lx Factory

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«O telemóvel deu sinal de mensagem. O detective leu-a. Era do sargento Mascarenhas. Dizia que tinha mais alguns dados sobre a vida de Ávila. Pouco, portanto. Reparou que, mesmo com a sua sweat-shirt com capuz e alças descaídas, Hermes parecia a discrição em pessoa. Movia-se naquelas ruas como em casa. E talvez fosse a sua casa, pensou o detective. O olhar de Hermes vagueava incessantemente por toda a rua. Lendo os movimentos das pessoas, como só ele conseguia fazer. Quando algo estava para acontecer, o rapaz percebia nos pequenos gestos dos junkies ou das prostitutas. Ou mesmo dos dealers. Parecia um gato que sentia a mudança do tempo. Sorriu ao ver o que tinha acontecido à pintura que os funcionários da câmara tinham feito por cima de uma enorme parede que estava cheia de graffiti e tags. Como se a tinta branca conseguisse erradicar a fúria naquelas ruas.»

 

De L. Ville de Fernado Sobral. Apresentado hoje, às 19h00, na Ler Devagar | Lx Factory por Zé Pedro.

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A Quetzal Editores e a Livraria Ler Devagar têm o prazer de convidá-lo(a) para a sessão de lançamento de L.Ville, de Fernando Sobral que terá lugar no dia 7 de Julho, pelas 19h00, na Livraria Ler Devagar, Lx Factory.


Zé Pedro, guitarrista dos Xutos & Pontapés, apresentará este policial urbano.

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E merece um pequeno trailer. O primeiro da Quetzal.

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L. Ville

18.06.09

 

Só os anúncios publicitários transmitem a ideia de uma cidade feliz. E o detective Manuel da Rosa sabe disso. A sua rotina de viagens nocturnas pela cidade termina quando um comerciante de arte, Ernesto Ávila, aparece morto. À medida que o detective vai conhecendo melhor o misterioso passado do morto, um homem que não gostava de ser conhecido, recorda-se do tempo em que ele próprio tentava esquecer a sua identidade. E a pensar na sua relação com Ana Moreno. Tudo se complica com a chegada da fascinante e enigmática, Susana Wong. Ela pode ser a explicação de tudo. Até da razão porque é cada vez mais difícil saber onde está a verdade e onde está a mentira. 

 

L.Ville, de Fernando Sobral | língua comum

Amanhã nas livrarias.

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QUETZAL. Ave da América Central, que morre quando privada de liberdade; raiz da palavra Quetzalcoatl (serpente emplumada), divindade tolteca, cuja alma teria subido ao céu sob a forma de Estrela da Manhã.

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