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«E se juntarmos duas coisas que antes nunca estiveram juntas? Cada um dos três ensaios que compõem o mais recente livro do inglês Julian Barnes (Leicester, 1946) arranca com esta premissa. Cruzando memória, história, biografia e uma meditação sobre a perda, o luto, a solidão e a relação com os outros quando é brutal e necessário erguer um novo paradigma pessoal, o escritor volta a desafiar as fronteiras que separam géneros literários para exorcizar a própria dor. No caso, a que se seguiu à morte da sua mulher, a agente literária Pat Kavanagh, com quem Barnes viveu durante 30 anos e que morreu vítima de cancro em 2008. “Choro-a descomplicada e absolutamente”, escreve no terceiro ensaio, A Perda de Profundidade, construído num tom autobiográfico em que a contenção e o não-dito assumem um lugar tão ou mais preponderante do que as revelações.» (4 Estrelas).

 

Isabel Lucas, Ípsilon

 

 

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A morte da amada

28.11.13

«Os Níveis da Vida está dividido em três secções, sendo a primeira e a segunda de natureza enciclopédica (um tour d’horizon sobre balonismo, e a última uma homenagem à mulher que amou, Pat Kavanagh, a agente literária que foi sua mulher durante 30 anos. Não é fortuito que a badana da edição portuguesa inclua um breve verbete de Ms. Kavanagh. Com a morte de Pat, ele desmoronou: «Entre um Verão e um Outono houve ansiedade, alarme, medo, terror.» O suicídio esteve no horizonte, mas Barnes veio à tona, sem poupar no sarcasmo contra os que à sua volta (e foram muitos) fizeram de conta que nada tinha acontecido. Notável.»

 

Eduardo Pitta, Sábado

 

 

 

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Nas livrarias

01.11.13

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“Martin Amis e Julian Barnes eram amigos muito próximos. A mulher de Barnes era a agente de Amis. Formavam uma “família” feliz de escritores talentosos, no aconchegado meio literário inglês. Mas Amis divorciou-se, trocou a sua amiga e mentora pelo poderoso americano Andrew Wylie, o Chacal, recebeu uma quantia obscenamente alta pelos direitos de A Informação, arranjou os dentes e adquiriu um estatuto semelhante ao de uma rock star. A comoção, as críticas e a indignação subiram de tom. Barnes deixou de lhe falar durante anos. Tudo por causa deste livro publicado em 1995.”

 

Helena Vasconcelos, Público

 

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"O Fiel Amigo"

17.01.12

"O Sentido do Fim é um romance generoso para com o leitor e os personagens e, nisso, o temperamento do romancista inglês permanece sólido e anacrónico (ao contrário do seu ex-amigo Martin Amis, cuja rebeldia se foi revelando pura expressão de rivalidade, obsessão também tão contemporânea). O que se poderia perder com o resguardo emocional e autobiográfico do autor, ganha-se em distensão e segurança da prosa."

 

Filipa Melo sobre O Sentido do Fim, de Julian Barnes, na revista Ler

 

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"Uma obra-prima"

28.11.11

 

"Todos nós vivemos imersos no tempo. É ele que nos molda e sustém. Mas também é ele que nos atraiçoa. Eis a lição que Tony Webster, o subtil e evasivo narrador do último romance de Julian Barnes, aprende tarde na vida, ao querer dar um sentido ao passado. Já na reforma, tranquilo na sua solidão (mantém um contacto caloroso mas pouco regular com a ex-mulher e com a filha), recebe um misterioso eco da juventude, quando a mãe de uma namorada ocasional da adolescência, com quem não se chegou a envolver de forma séria, lhe deixa em testamento o diário de um dos seus melhores amigos: Adrian Finn. Ele era o mais inteligente e promissor do seu grupo de amigos, mas suicidou-se, lançando com a sua morte uma sombra sobre os companheiros. Tony recupera então, pouco a pouco, as memórias dessa amizade antiga e desse amor que não chegou a ser, mergulhando na matéria «mutável» do passado, com os seus abismos e armadilhas, as suas verdades voláteis e segredos dolorosos. Barnes conduz Tony até à revelação dos seus erros, da sua cegueira, da dor que inflingiu aos outros sem se aperceber. E fá-lo com tal mestria que o desenlace da história, quando chega, é tão poderoso e surpreendente para o protagonista como para o leitor. Só por esta precisão narrativa, The Sense of an Ending seria sempre um grande livro. Mas a escrita de Barnes — com as suas frases perfeitas, por vezes a raiar o sublime — torna-o uma obra-prima."

 

José Mário Silva, Expresso

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O Sentido do Fim

15.11.11

A 25 de novembro

 

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"Barnes conduz Tony até à revelação dos seus erros, da sua cegueira, da dor que infligiu aos outros sem se aperceber. E fá-lo com tal mestria que o desenlace da história, quando chega, é tão surpreendente para o protagonista como para o leitor. Só por esta mestria narrativa, "The Sense of an Ending" seria sempre um grande livro. Mas a escrita de Barnes - com as suas frases perfeitas, por vezes a raiar o sublime - torna-o uma obra-prima."

 

José Mário Silva, Expresso, 22.10.2011

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Ainda o Booker

20.10.11

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The Sense of an Ending, de Julian Barnes, venceu o Booker. Depois de três vezes na short list, Barnes finalmente venceu. É caso para dizer que à quarta foi de vez. A tradução do livro está pronta e será publicada brevemente pela Quetzal. Parabéns, Mr. Barnes!

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Quarta Tentativa

23.09.11

"À quarta nomeação, o escritor inglês Julian Barnes poderá estar em vias de conquistar o primeiro Man Booker Prize da sua carreira. O autor de Inglaterra, Inglaterra, O papagaio de Flaubert e Arthur & George - os três romances pelos quais foi nomeado anteriormente – lidera a lista de favoritos para a edição deste ano do mais prestigiado galardão de língua inglesa. The sense of an ending, um romance em que efabula sobre o destino dos colegas de juventude, é o livro, a ser publicado pela Quetzal até ao final do ano, que valeu ao escritor de 65 anos a nova nomeação."

 

Aqui.

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"Quando foi anunciada a shortlist do Man Booker Prize, referi que pelo menos um dos finalistas seria publicado em breve no nosso país: Snowdrops, de A.D. Miller, na Civilização. Na verdade, há outro finalista na calha: The Sense of an Ending, de Julian Barnes, que será editado até ao fim do ano pela Quetzal, de cujo catálogo recente já constam duas obras de Barnes (O Papagaio de Flaubert e Nada a Temer)."

 

 

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Julian Barnes

26.07.11

The Sense of an Ending, de Julian Barnes, é um dos títulos incluídos na longlist do Booker Prize, divulgada hoje. O vencedor será anunciado a 18 de Outubro.

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Mais cinco estrelas para Nada a Temer, de Julian Barnes. Desta vez na Time Out, em crítica assinada por Catarina Homem Marques:

 

"Num diálogo constante com o irmão filósofo, atira para a balança a verdade das nossas memórias, Deus, o valor dos sentimentos quando cartas de amor antigas podem servir de forro a um puff, as teorias de outros pensadores e, claro, a morte. Não temos como a evitar. Talvez não tenhamos como evitar o medo que de vez em quando nos causa. Mas temos este magnífico livro. É aproveitar que estamos vivos para o ler."

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Nada a Temer

23.05.11

Nada a Temer, de Julian Barnes, na imprensa:

 

"Uma infinidade de outras referências e citações enriquecem o livro, mas o essencial é mesmo o elemento de memória pessoal que acompanha as reflexões."

 

Luís M. Faria, no suplemento Actual, do Expresso, deu 5 estrelas ao livro.

 

 

 

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O Prémio David Cohen, um dos mais prestigiados prémios literários do Reino Unido, foi atribuído a Julian Barnes, autor de Inglaterra, Inglaterra e de O Papagaio de Flaubert, publicado pela Quetzal em 2010.

 

Aqui

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«O estilo aqui é vital. Imaginem a dificuldade técnica de escrever uma história em que uma ave mal embalsamada, com um nome ridículo, acaba por representar uma das pessoas da Santíssima Trindade, em que a intenção não é satírica, nem sentimental, nem blasfema. Imaginem, além disso, contar tal história do ponto de vista de uma velha ignorante, sem a fazer parecer depreciativa ou modesta.»

 

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QUETZAL. Ave da América Central, que morre quando privada de liberdade; raiz da palavra Quetzalcoatl (serpente emplumada), divindade tolteca, cuja alma teria subido ao céu sob a forma de Estrela da Manhã.

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