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Na companhia dos livros. O blog da Quetzal Editores.

Leia aqui a entrevista de Jennifer Egan na Prospect: «It’s the ultra-American narrative: Jennifer Egan on Trump, sexism and America». Hoje, sexta-feira, chega às livrarias o romance A Praia de Manhattan, o mais recente livro da laureada com o Pulitzer de 2012.
Entrevista ao vivo na série Writers in Conversation, na Universidade de Southampton – sobre A Praia de Manhattan, que a Quetzal publica nesta sexta-feira, 14 de setembro.
Veja também, aqui, Jennifer Egan entrevistada por Christianne Amanpour na CNN quando A Praia de Manhattan foi escolhido como leitura do New York’s City Book Club.

Leia aqui uma entrevista no The Village Voice — Jennifer Egam, autora do romance A Praia de Manhattan, que chega esta sexta-feira às livrarias, foi considerada um dos dez melhores autores de sempre sobre Nova Iorque.
Leia o que o The Guardian escreve sobre o novo livro de Jennifer Egan, A Praia de Manhattan, que a Quetzal publica a 14 de setembro: «Remarkable cinematic scope.»
Leia ainda as críticas do The Irish Times («complex characters and sentences so luminous...»), do Chicago Tribune e do The Boston Globe.
Jennifer Egan na Quetzal: O Circo Invisível (2014), A Visita do Brutamontes (2012, Prémio Pulitzer).

Leia aqui a crítica de Amor Towles, no The New York Times, ao livro A Praia de Manhattan, de Jennifer Egan, que a Quetzal publica a 14 de setembro.
«O Circo Invisível é um romance iniciático. Ainda se lembra do que queria explorar quando o escreveu?
Em O Circo Invisível estava interessada no impacto que os meios de comunicação de massas tiveram sobre a contracultura e sobre o desejo pela transcendência. E como isso influenciou os americanos nesse período. O interesse nos media, na cultura da imagem e nos seus efeitos nas nossas vidas está sempre presente no meu trabalho. E estão lá outros temas. Sempre me fascinou o modo como as pessoas imaginam uma versão ideal delas próprias e arranjam outra pessoa onde possam representar essa imagem. E sempre me interessei pela nostalgia, sobretudo pela nostalgia pelo que não vivemos. Interessam-me os anos 60, que não vivi por ser demasiado nova, e o impacto que tiveram na cultura americana. É neste meu primeiro livro que está a origem de muitas coisas que continuei a explorar.
Ainda tem orgulho nele?
Não o leio há muito, não sei o que pensaria dele hoje. Mas penso que me sentiria orgulhosa, embora não o fosse escrever agora. Sou perfeccionista, trabalhei nele muitos anos. Durante dois anos escrevi uma primeira tentativa desastrosa, depois esta levou-me três anos. Confio nos padrões elevados do meu eu da altura. Era o melhor que podia fazer.»
Excerto da entrevista que Jennifer Egan concedeu a Rita Silva Freire, do jornal Sol.
«É nesse percurso que não há nenhum momento em que o leitor queira perder a ponta do novelo que se vai desenrolando a caminho do resgate de uma identidade. Mesmo quando alguns truques narrativos expõem demasiado a natureza de primeiro livro – ninguém precisa que uma personagem se espreguice para se explicar como está vestida – ou na fase em que uma explosão sexual se aproxima perigosamente daquilo que se convencionou chamar de literatura de pendor feminino.»
Catarina Homem Marques, Time Out
«Quando Jennifer Egan captou o interesse mediático e viu os seus esforços recompensados com a publicação do romance A Visita do Brutamontes [Quetzal, 2012]- Prémio Pulitzer e National Book Critics Circle Award em 2011 - , já tinha anteriormente ensaiado, neste seu primeiro romance, O Circo Invisível (1995), uma visita saudosista e bastante menos cínica aos movimentos da contracultura dos anos 1960/70.»
Helena Vasconcelos, Ípsilon
Entrevista de Jennifer Egan, autora de A Visita do Brutamontes, ao Ípsilon
"O mais espantoso nesta ficção, algures entre o romance de estrutura heterodoxa e a coletânea de contos que funcionam como unidades autónomas, é que Egan nunca perde o sentido do tema que atravessa todas as suas histórias dispersas: o tempo enquanto agente de mudança que tanto pode maltratar-nos (é ele o "brutamontes" do título) como redimir-nos, às vezes inesperadamente. O livro termina numa Nova Iorque futura, na década de 2020, com um concerto junto ao "Ground Zero" reconstruído. A música que fica a pairar, porém, não é a da slide guitar de Scotty, a improvável estrela "inventada" por Bennie, mas antes o "zumbido" da cidade, mistura de taipais a serem corridos, cães a ladrar "roucamente" e camiões a passar sobre as pontes, que é o "som do tempo a passar."
José Mário Silva, Atual, dá cinco estrelas ao livro de Jennifer Egan, A Visita do Brutamontes. Na mesma edição do suplemento do Expresso pode ler-se a entrevista com a autora norte-americana.
Depois de receber prémios tão importantes como o Pulitzer de ficção 2011, o National Book Critics Circle de ficção 2011 e o Prémio Los Angeles Times (ficção), o livro de Jennifer Egan, A Visita do Brutamontes, que chega hoje às livrarias, é um dos 10 finalistas do Impac Dublin 2012. No valor de 100 mil euros, é o prémio anual mais avultado para uma obra de ficção publicada em inglês, incluindo obras traduzidas. Sublinhe-se que a tradução de Cemitério de Pianos, de José Luís Peixoto, fez parte da primeira seleção de obras candidatas a este prestigiado prémio. Mais informações sobre a lista de nomeados podem ser consultadas aqui.
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