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«Uma Obra Enternecedora de Assombroso Génio é um livro de “memórias” de Dave Eggers sobre os trágicos acontecimentos da morte dos pais e da educação do irmão, mas à mistura com muitos “jogos” em que o autor baralha o tempo e funde histórias. Um épico familiar – uma história de sobrevivência no tumulto e no caos emocional depois do estilhaçar de uma família – repleto de elementos estilísticos inovadores que quase sempre parecem querer ter a função de contribuir para a aparência de uma “narração descontraída”.»

 

José Riço Direitinho, Ípsilon

 

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Uma estrela

22.02.12

"O problema das estrelas é este: chega-se a um ponto em que é difícil distinguir o hype dos verdadeiros méritos do escritor. O que Como Estamos Famintos demonstra é que apesar de o escritor nem sempre ter mão no seu próprio talento (o livro, aliás, começa com uma série de contos francamente menores), o talento está lá e vê-se bem. [...] E se é certo que por vezes temos a sensação de estar num curso de escrita criativa, a pungência e a eficácia de "Trepando até à janela, fingindo dançar" (comovente conto de amizade por um suicida) ou o já clássico "Pela montanha acima descendo devagar" não deixam dúvidas acerca dos méritos de Eggers. A estrela brilha e com razão."

 

João Miguel Tavares, Time Out

 

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"A geografia serve de pano de fundo a solidões que não sabem que o são, gente em fuga que anda à procura de alguma coisa, sem saber precisamente o quê. Eggers descreve-as com perícia, usa o distanciamento formal como arma literária e, sobretudo, convence-nos com recurso a um misto de tristeza e esperança, alegria e renúncia, que é bem a imagem dos tempos atuais. Vida e morte andam aqui de mãos dadas, o humor por vezes espreita, outras vezes é o insólito (como em 'A Tua Mãe e Eu'). Um belíssimo livro."

 

Ana Cristina Leonardo, Expresso

 

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Nas livrarias a partir de amanhã

 

 

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"Sim, em Eggers a viagem (mesmo quando não óbvia ou clichê) é o simbolismo de uma procura qualquer. Pode ser na Costa Rica ou no Egito, na Escócia ou na Tanzânia, numa estrada da Califórnia ou no fundo de uma alma - e através de todos esses sítios, em toques delicados ou explosões de humor, ele mostra-nos como viver neste início de século pode ser coisa selvagem mesmo quando não parece. Imperdível, pois."

 

António Simões, A Bola, 17-01-2012

 

Como Estamos Famintos, de Dave Eggers, chega às livrarias a 27 de janeiro.

 

 

 

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Zeitoun, de Dave Eggers, é um dos 50 livros recomendados pelo Independent para ler no Verão. Aqui.

 

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“A Estónia podia ter o aspecto do Nebraska e o Nebraska podia ter o aspecto do Kansas. O Kansas era como Marrocos. Marrocos era como Arles. E assim sucessivamente. Quando eu era pequeno pensava que todos os países tinham, precisavam de ter, um aspecto completamente distinto – o Congo era só selva, robusta, húmida e verde, a Alemanha era só florestas negras, a Rússia era só brancura, toda ela siberiana. Mas agora todos os países pareciam oferecer um pouco de qualquer outro país, e todas essas paisagens, percebi eu por fim, existiam algures nos Estados Unidos.”

 

Conhecereis a Nossa Velocidade!, Dave Eggers

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“«Deve ser agradável», disse eu. Não sei porque disse isso. Eu não pensava em Portugal como agradável, embora jamais tivesse visto alguma imagem, nem me lembrasse de nenhuma. Quando ouvia a palavra Portugal, eu pensava em Madagáscar, coberto de mato, seco, pobre, as árvores a abarrotarem de lémures. Não sabia nada, basicamente, mas não suportava o facto de, a respeito das nações do mundo, eu dispor apenas de umas colagens mal amanhadas de manuais de estudos sociais e de revistas de viagens folheadas com rapidez.”

 

Conhecereis a Nossa Velocidade!, de Dave Eggers, chega às livrarias a 8 de Abril

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A Revista Ler está nas bancas desde sexta-feira. Encontre os livros da Quetzal nos textos de Filipa Melo sobre James Wood  «Como se pode atirar a pequena traineira do comentário às altas ondas da ficção? No caso de Wood, tanto pelo elogio como pelo exame agudo, usando metáforas ou hipérboles, mas sendo sempre meticuloso na leitura e análise dos textos e pródigo nas citações e erudição literário»; na coluna dos Booktailors, assinada por Paulo Ferreira, dedicada à onda anti-bolaño; no texto de Rui Bebiano sobre Um Jantar a Mais, de Ismaïl Kadaré e de Bruno Vieira Amaral. sobre Zeitoun, onde diz que «a matéria-prima é excelente, mas é a mestria narrativa que faz de Zeitoun uma obra extraordinária».

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«Sem nunca perder o rigor da forma do relato verídico, Eggers não deixa de usar o seu talento de romancista nas descrições que faz, como a da citação anterior. Toda a história, apesar de seguir uma ordem cronológica com enumeração das datas, está repleta de analepses, de lembranças da infância e juventude de ambos, de pormenores laterais que fazem desta grande narrativa não-ficcional um romance (no sentido mais lato da palavra).» José Riço Direitinho sobre Zeitoun, de Dave Eggers, no Ípsilon de hoje.

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Uma música para um livro, na Sobrecâmara.

 

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Dave Eggers foi o grande vencedor dos prémios do L.A. Times Book Prizes, anunciados no dia 23 de Abril, Dia Mundial do Livro. Além da distinção na categoria Current Interest (temas actuais), para o qual estava nomeado, com o seu recente Zeitoun, Eggers recebeu ainda o prémio de inovação. Segundo o júri, por ser um «visionário [foward thinker] que perfila uma nova geração de escritores e leitores da palavra escrita». Zeitoun, a história de um sobrevivente dos estragos causados pelo furacão Katrina, será publicado pela Quetzal em Junho e, de acordo, com o júri, «é uma história extraordinária da América no início do século XXI, combinando o rigor factual com a graciosidade da forma e a atenção aos detalhes que podemos encontrar no que de melhor se faz em ficção».

 

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O L.A. Times anunciou os finalistas do seu prémio literário. Zeitoun, de Dave Eggers, que conta a história de sobrevivente do Katrina, é um dos finalistas. E, depois de O Sítio das Coisas Selvagens, será brevemente publicado pela Quetzal. 

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Já está online o texto de José Riço Direitinho sobre Dave Eggers, publicado na edição de 15 de Janeiro do Ípsilon, onde se anuncia que a Quetzal publicará ainda este ano Zeitoun. Trata-se «da história de uma família muçulmana, sírio-americana, que viu ser preso Abdulrahman Zeitoun, um habitante de Nova Orleães que se deixou ficar na cidade durante o furacão Katrina para ajudar no salvamento dos necessitados que o Estado abandonara à sua sorte, e que depois foi acusado de terrorismo pela administração Bush.»

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«Mas o Max que Eggers tão deliciosamente recria com as suas palavras e uma escrita simples, representará também a infância que gostaríamos de ter tido.» Rui Pedro Baptista, do blogue Bela Lugosi is Dead já leu O Sítio das Coisas Selvagens, de Dave Eggers.

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É o conselho de Carla Maia de Almeida sobre o filme e o livro O Sitio das Coisas Selvagens.

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«O sítio das coisas selvagens parece-se tanto como um livro que trata de coisas sérias a brincar, como um que abraça as coisas de brincar de um modo sério. É um desdobramento perfeito do livro de Sendak, uma inflexão minimamente diferenciada do filme, um reequilíbrio dos dois elementos-chave que compõe todo este mundo, e que se encontram no título deste texto.» Pedro Moura, no Cadeirão Voltaire, com o texto A magia da melancolia e a melancolia da magia.

 

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«O Sítio das Coisas Selvagens é a novelização que Dave Eggers escreveu a partir do seu próprio argumento e representa um estágio terminal: antes que alguém a transforme num objecto conceptual ou num parque temático, a história decide sensatamente morrer de exaustão.»

 

Rogério Casanova na revista Ler deste mês.

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«Max pouco podia fazer. Sabia que estava a navegar a direito. Mas era como se a baía se fosse estendendo diante dele., acrescentando distância entre o seu barco e o seu destino. Voltou-se para trás mas não avistou sinal algum da baía de onde partira, da floresta do seu abrigo. Não avistou qualquer vestígio do seu bairro. Só havia a lua lá no altoe o rude luzimento desta sobre as ondas. Não tinha outra escolha a não ser manter-se no seu presente rumo, pois seguir em qualquer outra direcção não fazia sentido nenhum.»

 

O Sítio das Coisas Selvagens, de Dave Eggers foi escrito depois do trabalho de adaptação ao cinema do clássico Where The Wild Things Are, de Maurice Sendak. Eggers e Spinke Jonze  assinam o argumento (Jonze é também o realizador) do filme com o mesmo nome que estreia hoje em Portugal.

 

 

 

 

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QUETZAL. Ave da América Central, que morre quando privada de liberdade; raiz da palavra Quetzalcoatl (serpente emplumada), divindade tolteca, cuja alma teria subido ao céu sob a forma de Estrela da Manhã.

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