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As minhas chouriças estão desde ontem cabisbaixas e tristonhas, os presuntos todos que hei-de comer puseram-se macambúzios e até me parece que agora manquejam um pouco por causa de uma dor que os apanha pelos quartos e que talvez seja uma espécie de ciática post mortem.

 

Manuel Jorge Marmelo, no seu Teatro Anatómico.

Este ano, Manuel Jorge Marmelo viu editado o seu Uma Mentira Mil Vezes Repetida na Alemanha.

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Uma breve e inteligente reflexão sobre a relação dos escritores com a crítica, no blog Contra Mundum:

 

"parece apresentar-se como inquestionável o preconceito de que um autor nunca deve (ou seja, não pode, sob pena do ridículo) responder ao crítico. ao contrário, tal preconceito não é inquestionável e decorre de alguns pressupostos amplamente erróneos.
do lado do autor, implica ou a ideia de que este deve estar acima da crítica, ignorando-a com a sobranceria devida à sua condição de eleito, ou, no pólo oposto, que deve acolher a crítica com o respeito devido à intangibilidade de um oráculo. nenhuma destas posturas é sustentável.
do lado da crítica, parece supor a infalibilidade da análise e do juízo, mesmo quando o domínio do objecto em análise se revela (como por vezes acontece) distorcido ou superficial.
o absurdo destes preconceitos é que, dada a inexistência efectiva de hábitos ou de espaços de contra-crítica, estamos diante de um diálogo onde a possibilidade de resposta é por princípio coarctada, e o espaço de debate se resume à publicação de monólogos formulados a partir de posições de poder ancoradas num muito restrito conjunto de palcos institucionais. a crítica transforma-se, assim, numa paradoxal figura de autoridade que a si mesma se nega a possibilidade de ser objecto de crítica."
 

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«Este é o relato de algumas vidas que percorrem um jardim botânico que os homens tornaram carnívoro.» Há uma recensão em forma de post, assinado por João Villalobos no Albergue Espanhol.

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É garantido que ninguém na Quetzal conhece a Sandra A. que mantém o blogue Persona, onde fala sobre os livros do ano. Nenhum deles é O livro das Listas, que parte dessa irritante mania que dá nome ao post em que a blogger explica quais foram para si os dez livros mais importantes do ano e porquê. Cinco em dez são da Quetzal

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«A escrita... um assombro. A história... só o "trasmontano" que nasceu, de par com o mundo, em V.N. de Gaia, mas plantou raízes em Estevais, concelho de Mogadouro, terroir de seus avós e de seus pais a poderia ter urdido e, mais ainda, contado.»

 

A Amante Holandesa, de J. Rentes de Carvalho, no Mainstreet.

 


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Mais um espaço onde se pode falar dos livros da Quetzal. Um blogue do JN, sobre livros, mantido, para já, por Elmano Madaíl e Sérgio Almeida. Boas notícias a fechar uma semana quente.

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«O brasileiro Sérgio Rodrigues cruza investigação jornalística e ficção partindo de um caso verídico: o assassínio, nos anos 30, da amante do secretário-geral do Partido Comunista Brasileiro por decisão da cúpula partidária. O sensacionalismo fica todo no subtítulo, “a história da jovem comunista que o Partido matou”. A história de Elza e as circunstâncias macabras da sua morte são o chamariz que nos atrai para os territórios mais complexos da verdade histórica, da construção dos mitos e de como os homens se servem da memória para expiarem os seus pecados. Não é por acaso que a citação que abre o livro é retirada de Expiação, de Ian McEwan.»


Bruno Vieira Amaral leu Elza, a Garota, escreveu sobre o livro no i, no sábado passado, e publicou o texto n'A Douta Ignorância.

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1 de Julho

01.07.10

É hoje o Dia Mundial das Bibliotecas. A esse propósito, recuperamos a crónica de José Mário Silva, Bibliotecário de Babel, no número 82 da Revista Ler, sobre os fantasmas que habitam as bibliotecas particulares, a partir da leitura do livro Des bibliothèques pleines de fantômes, de Jacques Boinnet. «Faz parte da natureza das bibliotecas tornarem-se um espelho do seu proprietário. E quem as saiba "descodificar com subtileza" encontrará nelas, mais ou menos escondida, "a natureza profunda do seu bibliotecário".» Para ler na íntegra aqui.

 

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«Um Jantar a Mais, agora editado pela Quetzal, tem a forma de um claríssimo e tragicómico libelo contra o lado perverso do regime de «democracia popular» sob o qual teve de viver a maior parte da vida. Evocando o seu rosto intolerante, violento, persecutório, contra o qual, agora em liberdade, se afirma agora sem margem para dúvidas.»

 

Rui Bebiano leu Um Jantar a Mais, de Ismaïl Kadaré e já escreveu sobre o livro n'A Terceira Noite. E, a propósito do relato de Ana Cristina Leonardo sobre a sua participação num quase encontro bilateral entre albaneses e portugueses, deixa a sua versão sobre a problemática albanesa. Foi o leitor que pediu um pouco de história?

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Uma música para um livro, na Sobrecâmara.

 

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«A agilidade do [seu] discurso é viciante». Eduardo Pitta leu A Mecânica da Ficção numa viagem de comboio.

 

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God is back

08.06.10

A notícia veio primeiro no 31 da Armanda, mas nós confirmamos. Chega às livrarias na próxima sexta-feira O Regresso de Deus, de John Micklethwait e Adrian Wooldridge, editores da revista The Economist.

 

 

 

Nos EUA compram-se, por ano, mais de vinte milhões de novos exemplares da Bíblia para juntar aos quatro que já existem num lar médio americano. Em todo o mundo, nas ruas ou nos corredores do poder, nos meios intelectuais ou nos círculos restritos dos economistas, assistimos ao ressurgimento da religião. Num vasto espaço geográfico e cultural (da Rússia à Índia, passando pela Turquia, mas também pelo Mediterrâneo e pela China), os países que desprezaram e tentaram erradicá-la como «o ópio do povo» são agora influenciados por líderes religiosos cujo poder se exerce muito para lá dos muros dos seus templos. Os efeitos dessa influência são visíveis por toda a parte - e nem sempre são positivos. Antigos conflitos seculares assumiram um cunho religioso e a religião desempenha um papel determinante em guerras civis, além de inspirar a actividade de empresários e de políticos. Vários factores contribuíram para este renascimento da religião no século XXI, incluindo a falência do comunismo, o avanço da globalização e as crises cíclicas da economia. O Regresso de Deus analisa o impacto dramático e perigoso que o crescimento global da fé regista no nosso século. Para compreender o mundo actual e os seus destinos, não poderemos ignorar as razões dos que invocam a palavra de Deus na política - independentemente de sermos crentes, agnósticos ou ateus.

 

Nas livrarias portuguesas a 11 de Junho.

 

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Sara Figueiredo CostaO Jardim dos Finzi-Contini, de Giorgio Bassani.

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Já o tínhamos recomendado, no Twitter, ao Arcebispo de Cantuária, agora sugerimos a Tiago Moreira Ramalho, do blogue A Douta Ignorância, a leitura de Sete Pecados Mortais - Uma Nova Abordagem, de Aviad Kleinberg. Uma releitura dos sete pecados à luz dos dias de hoje. A ideia de que «não há sociedades sem pecado» é o ponto de partida. Pelo caminho, a perguntas: O que há de errado em ser-se um pouco preguiçoso? O que seria da arte gastronómica sem a gula? Onde estaríamos todos sem a luxúria dos nossos pais e dos nossos antepassados? A ira passou de moda no Ocidente? Poderia o nosso «modo de vida» sobreviver sem a inveja? Tiago Moreira Ramalho linca um artigo do The New York Times sobre a taxação de produtos não «pecaminosos» e lamenta a falta de disponibilidade dos jornais portugueses para a temática. O livro de Kleinberg, que publicámos recentemente, não se debruça sobre os impostos, mas é uma aproximação bem diferente do habitual à nossa relação com o pecado. Uma incursão original e divertida pelo que nos faz ser humanos, às vezes demasiado humanos.

 

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No blogue Persona Remistakes, onde já se tinha deixado arrefecer um chá à conta das páginas de O Terceiro Reich, descobrem-se agora os fios que ligam os livros destes dois autores.

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Leitores

18.02.10

Sara Figueiredo Costa, do Cadeirão Voltaire, está a ler A Origem da Tristeza, de Pablo Ramos. Ficamos à espera da crítica.

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Sejam bem-vindos os leitores que chegam através do blogs do sapo e através do Jornal da Madeira

 

 

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Mais uma história de Jaime Bulhosa, desta vez com Roberto Bolaño e um tijolo como ingredientes principais.

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Regras

05.02.10

Às cinco regras do bom leitor sugeridas pela Pó dos Livros acrescentamos:

 

6. Ler um livro da Quetzal pelo menos seis vezes por ano - não necessariamente o mesmo livro.

 

O difícil é, num ano inteiro de publicações, escolher só seis.

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Mais um texto de António Manuel Venda, na coluna de opinião do Blogtailors.

 

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QUETZAL. Ave da América Central, que morre quando privada de liberdade; raiz da palavra Quetzalcoatl (serpente emplumada), divindade tolteca, cuja alma teria subido ao céu sob a forma de Estrela da Manhã.

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