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Já temos os três vencedores do nosso passatempo bibliotecas. Os escolhidos receberão um exemplar do livro Bibliotecas Cheias de Fantasmas, de Jacques Bonnet. Agradecemos a todos os leitores que participaram.

 

 

Rui Viegas, São João da Talha

 

 

Rui Gouveia, Vila Nova de Famalicão

 

 

Marlene Verdura, Lisboa

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Continuamos a desafiar os nossos leitores a expor a intimidade das suas bibliotecas. Já temos vários participantes e a qualidade é excelente. Os autores das três melhores fotografias de bibliotecas pessoais receberão um exemplar do livro Bibliotecas Cheias de Fantasmas, de Jacques Bonnet. As fotos, juntamente com informação da morada e nome do leitor, deverão ser enviadas para o seguinte endereço de e-mail: quetzalblog@sapo.pt. As fotos serão publicadas no blog.

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Desafiamos os nossos leitores a expor a intimidade das suas bibliotecas. Os autores das três melhores fotografias de bibliotecas pessoais receberão um exemplar do livro Bibliotecas Cheias de Fantasmas, de Jacques Bonnet. As fotos, juntamente com informação da morada e nome do leitor, deverão ser enviadas para o seguinte endereço de e-mail: quetzalblog@sapo.pt. As fotos serão publicadas no blog.

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Um artigo, no

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Pela mão do Bibliotecário de Babel, que traduziu um livro sobre bibliotecas:

 

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«Depois do prazer de possuir livros, não há outro que seja mais doce do que falar deles.» Ricardo Duarte cita Charles Nodier que foi citado por Jacques Bonnet, para começar a sua crónica «Par ou Ímpar» na mais recente edição do Jornal de Letras, Arte e e Ideias. O texto é sobre Bibliotecas Cheias de Fantasmas, o livrinho de Bonnet traduzido por José Mário Silva que está aí nas livrarias, à espera de leitores. Uma pequena pérola para leitores, que vão rever-se nas descrições sobre a necessidade de partilha, sobre as dificuldades de arrumação e outros detalhes sobre este delicioso vício. «Um livrinho que acompanhará os leitores felizes como um espelho de bolso», assim o descreve Sara Figueiredo Costa, na crítica publicada na Time Out desta semana.

 

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«No fundo, os autores não passam de personagens fictícias, com alguns elementos biográficos, sim, mas que nunca são suficientes para fazer deles verdadeiros seres reais. Enquanto isso, a biografia de uma personagem literária, mesmo se incompleta - e confessando-se incompleta - revela-se absolutamente fiável: ela é apenas o que o seu criador decidiu que ela fosse. O mesmo acontece com os seus actos e as suas palavras. Aliás, referimo-nos facilmente às suas biografias depois de as termos lido (ou nem isso) e citamo-las como autênticas . Já no caso das personagens históricas, e entre elas os escritores, as frases de efeito e as anedotas acabam por ser, quando as analisamos mais de perto, ou apócrifas ou nascidas da lenda.

 

Quanto ao que acontece às personagens fictícias e às personagens reais, elas são farinha do mesmo saco. As duas categorias amam, enganam, asassinam, culpam, roubam, fogem, traem, deliram, sacrificam-se, são cobardes, afundam-se na loucura, vingam-se ou acabam por suicidar-se, mas, mais uma vez, mesmo neste actos específicos, as personagens inventadas são mais reais. Temos a certeza de que Carlos e Maria Eduarda, os amantes de Os Maias, de Eça de Queirós, viveram  - sem que pelo menos um deles ignorasse completamente o que fazia - um amor incestuoso; mas não sabemos seguramente o que se passou entre Byron e Augusta (...).»

 

Excerto de Bibliotecas Cheias de Fantasmas, de Jacques Bonnet, traduzido por José Mário Silva.

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«A 1 de Setembro de 1932, o jornal O Século publica um anúncio para o preenchimento do lugar de conservador-bibliotecário no Museu Condes de Castro Guimarães, em Cascais, a 30 quilómetros de Lisboa. A 16 de Setembro, Fernando Pessoa envia a sua carta de candidatura, um documento de seis páginas que está reproduzido em Fernando Pessoa - uma fotobiografia, de Maria José de Lencastre, obra coeditada e, 1981 pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda e pelo Centro de Estudos Pessoanos, adquirida por mim numa livraria de Coimbra, em Novembro de 1983, ao preço de 500 escudos. Quando a comprei, já só havia um exemplar. Nos cafés da cidade as mesas ainda tinham, por baixo do tampo, uma prateleira onde se podia pousar o chapéu, e lembro-me de uma mulher a caminhar pela rua com uma máquina de costura equilibrada sobre a cabeça.»

 

Assim começa Bibliotecas Cheias de Fantasmas, de Jacques Bonnet, traduzido por José Mário Silva. Já nas livrarias.

 

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Jacques Bonnet

10.10.10

 

É um editor e tradutor francês, além de bibliófilo e uma autoridade quando se trata de livros raros. Bonnet é considerado, juntamente com Umberto Eco, José Mindlín ou Alberto Manguel, um dos maiores especialistas em bibliofilia e teoria da literatura.

 

A Quetzal publicou de Jacques Bonnet Bibliotecas Cheias de Fantasmas, em Outubro de 2010.

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Tem medo de morrer durante o sono esmagado pela sua biblioteca? A acumulação de livros coloca a existência da sua família em risco? Arruma os livros por tema, língua, autor, data de edição, ou formato, ou segundo um critério que só você conhece? Poderemos pôr lado a lado na estante dois autores irremediavelmente desavindos? São muitas as questões que envolvem esta espécie em vias de extinção: os bibliófilos que além, da paixão pela posse de livros, tâm a obsessão pela leitura.

 

As bibliotecas são seres vivos à imagem da nossa complexidade interior, e compõem um labirinto do qual poderemos não conseguir sair. Na verdade, os milhares de páginas que ocupam as nossas estantes estão povoadas de fantasmas que, uma vez encontrados, nunca nos largarão.

 

Um livro para quem gosta de livros. Para bibliotecários. Para livreiros. Leitores fanáticos que perseguem livros quando são perseguidos pela fome de ler. Para devoradores de livros que nunca desistem. Para todos os que acham que os fantasmas se escondem nas bibliotecas.

 

Bibliotecas Cheias de Fantasmas, de Jacques Bonnet | tradução de José Mário Silva

série textos breves

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Tem medo de morrer durante o sono esmagado pela sua biblioteca? A acumulação de livros coloca a sua família em risco? Este livro é para si. E chega às livrarias no dia 8 de Outubro. Bibliotecas Cheias de Fantasmas, de Jacques Bonnet, traduzido por José Mário Silva, o novo título da série textos breves.

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QUETZAL. Ave da América Central, que morre quando privada de liberdade; raiz da palavra Quetzalcoatl (serpente emplumada), divindade tolteca, cuja alma teria subido ao céu sob a forma de Estrela da Manhã.

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