«O minimalismo literário foi definido numa célebre formulaçãi de Hemingway : "Pode omitir-se tudo desde que se saiba que se está a omitir, e a parte omitida vai fortalecer a história e fazer o leitor sentir algo mais do que aquilo que compreende". Este fetiche da omissão tem os seus perigos: a ideia de que algo subtraído ao texto deixa um resíduo espectral que pode ser absorvido por quem lê e está muito perto de uma estética homeopata.»
Rogério Casanova escreveu sobre O Que Sabemos do Amor, de Raymond Carver, na edição deste fim-de-semana do Expresso. E dele diz que é «um documento fascinante sobre o escritor, o seu editor e a dieta minimalista.»