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«Mendoza transforma o clássico em moderno e oferece ao leitor uma obra com um ritmo surpreendente,obrigando-o a ler o livro de uma ponta a outra sem pausas.»

O destaque de hoje da secção de livros do Diário Digital é para o policial de Élmer Mendoza.

 

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«Balas de Prata retrata uma certa face épica mexicana que agora não é mais do que uma narrativa crivada de balas onde "os assassinos são os únicos que não possuem aptidão para a tristeza"» Filipa Melo sobreBalas de Prata, de Élmer Mendoza, no Sol.

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Pura e simplesmente, vi o livro numa livraria, comprei-o e fiquei preso à sua história desde as primeiras páginas. Desde a primeira página, aliás: passado no México (naquele México dos filmes policiais, negros, obsessivos, onde os personagens transpiram, matam, amam, morrem e ferem duramente), cheio de fumo, de tequila, de guerras entre narcotraficantes e polícias honestos, Balas de Prata é um romance puro, ou seja, é uma história que dá gozo ler. Só depois de o ler corri a comprar os seus direitos para Portugal – porque acho que os bons livros devem fazer parte da nossa vida.

 

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Por detrás de um frase seleccionada para a capa há uma explicação. Balas de Prata foi galardoado com o Prémio Tusquets 2008. Trata-se de um prémio atribuído pela Editora Tusquets – que publica no México, Espanha e Argentina – a romances em língua espanhola. O prémio é geralmente anunciado durante a Feira do Livro em Guadalajara e a obra distinguida é publicada simultaneamente nos três países. Segundo o júri, a atribuição justifica-se pela «modernidade enraivecida no uso da linguagem, na estrutura narrativa próxima da mais recentes linguagens televisivas, e no ritmo diabólico que, como nos melhores romances clássicos, não dá tréguas ao leitor até ao desenlace.»
Mais informações aqui.

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Élmer Mendoza lê Balas de Prata.

 

Amanhã, na Casa da América Latina, no fim da sessão que começa às 18h30,  Élmer Veckio Mendoza fará uma leitura do mesmo livro. Estarão disponíveis exemplares do livro para quem os quiser comprar.

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Os dois primeiros capítulos de Élmer Mendoza estão disponíveis para download no Livros Sapo.

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No próximo dia 22 de Julho, quarta-feira, às 18h30, na quinta edição do programa de entrevistas a Latino-Americanos radicados em Portugal - “Conversas na Casa da América Latina”, com a participação de Jerónimo Pizarro (colombiano) Juan Goldín (argentino), haverá uma perfomance a partir do romance Balas de Prata, de Élmer Mendoza. A direcção artística fica a cargo deÉlmer Veckio Mendoza (a coincidência dos nomes deve-se ao facto de o dramaturgo e encenador ser filho do escritor). Mais informações aqui.

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(Clicar na imagem para aumentar.)

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Balas de Prata

17.07.09

 

Abandonado pela mulher que amava, abatido, e a precisar de um psicoanalista, o agente Edgar, o Canhoto, Mendieta acumula trabalho, enquanto se encarrega da investigação do assassínio de Bruno Canizales. A este, um advogado de prestígio, com uma vida dupla, e filho do antigo ministro da Agricultura, encontraram-no com o crânio perfurado por uma bala de prata.

O telemóvel do Canhoto não pára de tocar com as chamadas do seu superior, que lhe vai anunciando a descoberta de novos cadáveres num curtíssimo espaço de tempo.

Quem estará por detrás de tudo isto?
Os narcotraficantes? Os políticos alvoroçados com a proximidade das eleições? Os membros da duvidosa Pequena Fraternidade Universal à qual Canizales pertencia? A investigação que, cheia de humor e adrenalina percorre antros e mansões, e envolve jornalistas e belíssimas lésbicas, revelará um intrincado novelo de interesses preversos, no qual o único realmente empenhado em ir até ao fim e, para variar, em fazer justiça é o Canhoto Mendieta — talvez porque já não tenha nada a perder.
 

Balas de Prata, de Élmer Mendoza | série américas

 

Tradução de Salvato Telles de Menezes.

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Estão aí os policiais vindos do frio e do norte da Europa, mas escolho dois vindos do Sul: um de Portugal, L. Ville, de Fernando Sobral; outro do México, Balas de Prata, de Élmer Mendoza. A sensação que tive ao ler L. Ville foi a de que não conhecia Lisboa; não conheço. A cidade transfigura-se com as memórias do detective de Sobral (Manuel da Rosa), um último romântico corrompido pelas memórias de Macau e de Lagos, na Nigéria, onde a vida vale pouco. Em Lisboa também vale cada vez menos; Sobral fala das sombras (há uma evocação clara da estatueta de jade, que pode ser de Dashiell Hammett), das ruas onde se pode comprar uma Kalashnikov, de um rosto oriental que atravessa a história de uma investigação a que a vida não empresta sentido nenhum.


E Élmer Mendoza. Mendoza é o talento puro para contar histórias; a narrativa é desordenada, cruzada, marcada pelo calor de México DF. Balas de Prata fala da cidade onde os mortos se acumulam (como em Bolaño, de certo modo), da sua inclinação por Cris, do narcotráfico e da rádio nocturna que se ouve nos carros sujos que atravessam Av. Insurgentes e avariam com o excesso de maus tratos. Ele é um investigador triste e solitário à maneira dos grandes mitos da literatura policial americana, dividido entre o seu desamor e as idas ao analista, entre as pequenas refeições nas roulottes da estrada de Cuernavaca e os personagens abandonados antes da morte.

 

Balas de Prata, de Élmer Mendoza, com tradução de Salvato Teles de Menezes, sai para as livrarias na próxima sexta-feira. Mendoza foi a principal fonte para Arturo Pérez-Reverte poder escrever A Rainha do Sul.

 

Republicação de um post de Francisco José Viegas que está de regresso ao Origem das Espécies.

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Balas de Prata, de Élmer Mendoza (com tradução de Salvato Telles de Menezes).

Ao vivo é ainda mais bonita.

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Mais um livro, mais um filme.

 


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QUETZAL. Ave da América Central, que morre quando privada de liberdade; raiz da palavra Quetzalcoatl (serpente emplumada), divindade tolteca, cuja alma teria subido ao céu sob a forma de Estrela da Manhã.

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