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Quetzal

Na companhia dos livros. O blog da Quetzal Editores.

Manuel Queiroz, director do i, "encheu-se de pessimismo para explicar as teorias de Roger Scruton", num longo artigo publicado no passado sábado:

 

"Convém sempre uma dose de pessimismo quando olhamos para as possibilidades que se nos abrem para que possamos ter alguma perspectiva e para que se possa evitar grandes erros históricos como quando se acredita de mais no comunismo ou no nazismo, que falava, qualquer deles, em nome dos melhores propósitos. Mas com os mais sangrentos resultados."

 

Na Sábado desta semana Paulo Tunhas escreve sobre As Vantagens do Pessimismo, de Roger Scruton: "Pelo meio, há páginas óptimas sobre a União Europeia, o antiamericanismo, o multiculturalismo, a educação, a arquitectura contemporânea, o ressentimento e o terrorismo. O livro ajuda a perceber coisas distantes, coisas não tão distantes assim e coisas excessivamente próximas de nós, aqui e agora. Faço-me entender?"

É por frases assim que vale a pena ler Scruton:

 

“Em suma, um objectivo inatingível escolhido pela sua pureza abstracta, em que as diferenças se conciliam, o conflito é vencido e a espécie humana é unificada numa unidade metafísica nunca pode ser questionado, uma vez que por natureza nunca pode ser posto à prova. Todos os crimes cometidos no caminho em direcção a ele são desvios, perversões ou traições, coisas que o ideal se destinava a evitar.”

 

A 29 de Abril nas livrarias

Ainda falta um mês para que As Vantagens do Pessimismo, do filósofo Roger Scruton, chegue às livrarias (29 de Abril), mas no blog vamos listar alguns pessimistas famosos. Os leitores também podem participar com sugestões para quetzalblog@sapo.pt. O primeiro é este senhor:

 

 

 

"If you keep on saying things are going to be bad, you have a good chance of being a prophet."
Isaac Bashevis Singer

 

"Pessimism is only the name that men of weak nerve give to wisdom."
Mark Twain

Brevemente, a Quetzal publicará As Vantagens do Pessimismo, do filósofo Roger Scruton. O livro está quase pronto. A capa é esta:

 

 

 

“Arguably the greatest political philosopher of his era, Scruton’s misfortune is to have lived during a time when, despite the evident failures of Communism, the masses have embraced the utopian vision like never before. (…)

 

This is an immensely important and enlightening work for an age of wilful delusion.”

 

Ed West, Catholic Herald, 30.07.2010

 

 

“Scruton does not argue in favour of comprehensive pessimism. His central thesis holds that unscrupulous optimism leads to faulty decision-making and that all our decisions should be leavened with an occasional dose of pessimism.”

 

Pat Ahern, Irish Examiner, 24.07.2010

 

“(…) his book argues that a measure of judicious pessimism is essential to restoring balance and wisdom in human affairs, and to tempering unrealistic hopes that might ruin us.”

 

George Walden, New Statesman, 05.07.2010

 

“Scruton’s study seeks to defend «the image of human imperfection» against those utopian and optimistic creeds that dream of a future without conflict or compromise.”

 

Boyd Tonkin, The Independent, 04.06.2010

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