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Terra Fresca

25.05.16

Passado em Sintra, Lisboa, Finlândia e Estados Unidos, um romance sobre o papel de cada um no destino
e decisões dos outros. 

Cinco anos depois de Alçapão, João Leal regressa à publicação e traz a lume Terra Fresca, um romance que parte das vésperas da Segunda Guerra Mundial e ecoa setenta anos depois, nas gerações seguintes, ligando personagens por um misterioso destino.

Terra Fresca.JPG

 

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Na Blogosfera

13.07.11

Crítica a Alçapão no blog Bela Lugosi is Dead: aqui.

 

 

 

 

 

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"A primeira coisa que se pode dizer sobre o primeiro romance de João Leal, 38 anos, é que é um pequeno extraterrestre nas livrarias portuguesas. O próprio autor, livreiro com uma longa experiência – esteve na Barata, na Fnac do Chiado e hoje está ligado à livraria Bertrand – o admite: “Quis arriscar num género que não há praticamente em Portugal: um thriller que é também fantástico e que junta a história mais clássica de um órfão e de uma série de assassinatos a uma ficção mais especulativa, num tempo remoto.”

 

 Foto: Joana Freitas

 

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"1. Não há nenhum livro no mercado português remotamente parecido com este.
2. Num momento “Alçapão” é um policial sinistro, no outro é uma fábula fantástica.
3. A escrita é ritmada, poupada, magra. O texto trabalha a favor da história e não o contrário.
4. Apesar da acção ser muitas vezes violenta e a linguagem desabrida (é uma história de órfãos, caramba) João Leal escreve de uma maneira quase inocente. Há uma dinâmica próxima da literatura juvenil, como se estivéssemos perante “Uma Aventura no Fim da Inocência”.
5. É uma história acerca da amizade. De uma amizade feita também de silêncios e equívocos mas que procura leal e constante.
6. É um livro que não quer morder os calcanhares à alegria só porque isso é popular. A alegria não é exuberante e na maior parte das vezes anda escondida mas irrompe sem vergonhas no final. Não estamos perante um produto do cinismo e por isso não se criminaliza o triunfo.
7. “Alçapão” é um delírio. É um devaneio que desafia muitas convenções de narrativa, é propositado no seu desequilíbrio, brioso do seu compromisso com a história extraordinária que conta. Tenta manter a ética na digressão que sugere. É uma história tão impossível que só pode ter um fundo de verdade."

 

Tiago de Oliveira Cavaco apresentou o livro e enumera sete razões para ler Alçapão.

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Convite

07.06.11

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Alçapão

31.05.11

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A 3 de Junho nas livrarias

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QUETZAL. Ave da América Central, que morre quando privada de liberdade; raiz da palavra Quetzalcoatl (serpente emplumada), divindade tolteca, cuja alma teria subido ao céu sob a forma de Estrela da Manhã.

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