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Na companhia dos livros. O blog da Quetzal Editores.
O romance A Boneca de Kokoschka, publicado pela Quetzal em 2010, foi escolhido entre centenas de obras dos mais promissores talentos europeus na área da literatura
Após o reconhecimento da qualidade da sua obra de contista, com a atribuição do prémio Camilo Castelo Branco à Enciclopédia da Estória Universal, o prémio da União Europeia para a Literatura é o primeiro passo na afirmação internacional do romancista português.
O prémio da União Europeia para a Literatura consiste na nomeação de um Embaixador para a literatura e na eleição de um jovem talento de cada um dos países participantes.
Aquando da publicação, em 2010, A Boneca de Kokoschka recebeu elogios da imprensa especializada, tendo sido notado o estilo próprio e o universo singular da escrita de Afonso Cruz.
O romance centra-se na história do pintor Oskar Kokoschka que, quando terminou a relação com Alma Mahler, mandou construir uma boneca, de tamanho real, com todos os pormenores da sua amada.
Pedimos aos nossos autores que sugerissem músicas como banda sonora dos seus livros. Para A Boneca de Kokoschka, Afonso Cruz recomenda Tears, de Django Reinhardt.
«Uma pessoa não existe apenas por ter um corpo. Precisa de ter uma vida social. Precisa da palavra, da alma. Precisamos de testemunhos, dos outros. Por isso Kokoschka fez com que a criada fizesse circular rumores sobre a boneca. Histórias: como se ela existisse, como se tivesse uma existência semelhante à nossa.» De A Boneca de Kokoschka, de Afonso Cruz. E a propósito disso, um videoclip de Richard Hawley:
A Raquel Marinho da SIC foi ver como era a vida de Afonso Cruz no campo: desenhar, escrever, fazer cerveja. Tudo explicado em três minutos e meio e ainda um pouco da história de A Boneca de Kokoschka.
Afonso Cruz em entrevista a Maria João Freitas, no segundo número de Alice, a revista online do Clube de Criativos de Portugal.
Autor, talvez... mas depende da situação. Escolho a profissão conforme o momento.
E talvez a provar que do autocolante escolha é certa: Afonso Cruz no programa A de Autor.
É com prazer que a Quetzal repete o anúncio da Associação Portuguesa de Escritores e da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão: Enciclopédia da Estória Universal, de Afonso Cruz, foi a obra distinguida pelo Grande Prémio do Conto Camilo Castelo Branco - APE / Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão.
Mónica Marques e Afonso Cruz aceitaram a proposta do Festival Silêncio!: escolher um par de texto e imagem e apresentá-lo em 15 minutos. Isto no MusicBox, no dia 24 de Junho, a partir das 0h15. A estes autores da Quetzal, juntam-se JacintoLucas Pires e Fernando Ribeiro.
Diz-se no programa: «É difícil prever o que farão os quatro, tão díspares. Sabes o que cada um entende por ilustração faz parte do jogo: quantos verão no espelho da escrita um negativo da imagem, que negativo, quantas sublevações literárias estão e curso quanta prole quantas rasteiras, quantas explosões? Dificilmente será uma caravana. E apostamos, sem estorvo, em quatro aparições. Ainda assim, não vamos tão longe que antecipemos o número de cotovias que podem abrir o Atlântico ao antídoto de uma diáspora blasée, ou quantras transas conduzem as carnes divinas ao pecado.»
O talentoso Afonso Cruz, autor de Enciclopédia da Estória Universal, além de escrever livros e fabricar a sua própria cerveja, ainda é ilustrador e músico. O novo disco de The Soaked Lamb, a banda de Afonso Cruz, é apresentado na próxima quarta-feira. Uma excelente banda sonora para leituras variadas.
Um vídeo enciclopédico disponibilizado no blogue da Enciclopédia da Estória Universal, de Afonso Cruz. Uma oferta a considerar para quem gosta de livros, e de livros sobre livros
Já existe um blogue do livro Enciclopédia da Estória Universal, de Afonso Cruz, de onde copiámos este lindíssimo booktrailer, que lhe faz, aliás, justiça.
«O nariz pode, na literatura, intervir num conto de Gógol, num pensamento de Pascal ou, implicitamente, na escrita de Cyrano, mas o que me entra nas narinas não considero literatura.»
Afonso Cruz, autor de Enciclopédia da Estória Universal, recentemente publicado na Quetzal, ocupa a coluna de opinião do blogtailors com um texto chamado Por causa das conchinhas.
Além de escrever, Afonso Cruz é ilustrador, realizador de filmes de animação e compõe para a banda de blues/roots The Soaked Lamb, (onda canta, toca guitarra, harmónica e banjo). Nasceu em 1971, na Figueira da Foz, e haveria, anos mais tarde, de viajar por mais de sessenta países. Vive com a sua família num monte alentejano onde, além de manter uma horta e um pequeno olival, fabrica a cerveja que bebe. Em 2008, publicou o seu primeiro romance, A Carne de Deus - Aventuras de Conrado Fortes e Lola Benites, e, em 2009, Enciclopédia da Estória Universal, livro galardoado com o Prémio Camilo Castelo Branco.
Depois da literatura, a música, com os The Soaked Lamb em formato reduzido:
Afonso Cruz tocou pelo menos três instrumentos diferentes.
Mariana Lima é a voz da banda com nome de almoço de Domingo.
Ontem à noite, na Ler Devagar | Lx Factory. Afonso Cruz, autor e músico, Lúcia Pinho e Melo, editora da Quetzal, e José Mário Silva, Bibliotecário de Babel. Depois de ler uma boa percentagem das entradas desta Enciclopédia, de invocar Borges, José Mário Silva considerou o novo livro de Afonso Cruz como o mais divertido, surpreendente e estimulante dos livros de ficção publicados este ano (até agora) por autores portugueses.
Afonso Cruz falou pouco, mas o suficiente para contar que este foi o primeiro livro que escreveu (apesar de ter publicado primeiro A Carne de Deus - Aventuras de Conrado Fortes e Lola Benites, na Bertrand, em 2008).
Em pré-publicação no Bibliotecário de Babel. O novo livro de Afonso Cruz chega hoje às livrarias e é lançado amanhã, pelas 22h00 na Ler Devagar | Lx Factory, com apresentação de José Mário Silva e concerto da banda The Soaked Lamb - a banda do autor, que também é músico.

Afonso cruz também assina a ilustração da capa.
O lançamento de Enciclopédia da Estória Universal vai contar com um concerto da banda de Afonso Cruz.
«A sua passada era maior do que a da mulher, uma questão antropométrico. Por isso saiu ligeiramente à frente de Eva, que tinha passinhos pequenos, delicados. O segundo a mais que Eva se demorou no Jardim é responsável pela beleza redonda das suas formas, sem grandes pilosidades, tal como os anjos e as crianças. Um segundo a menos no Éden, e Adão cheio de pêlos no peito, um grande bigode turco e um profund0o amor pela sua equipa de futebol.»
(J. Dameron, Primeiro Segundo)
Na sexta-feira, dia 18, nas livrarias.
Este é um livro de factos - e de ficções, burlas, citações - esquecidos ou ignorados pela História e encruzilhados uns nos outros em forma de labirinto. Um espaço entre mordomos, coronéis, metáforas, mentiras, assassínios, deuses duplos, cabalistas fabulosos, ascetas hindus e narrativas absolutamente orientais.
Na sexta-feira, dia 18, nas livrarias.
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