«A velha ideia europeia de que a religião é um entrave ao progresso está, por todo o mundo, a dar lugar ao ideal americano de pluralismo e convivência pacífica entre a Modernidade e a Fé.» do texto de Tiago Moreira Ramalho no Expresso online.
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«A velha ideia europeia de que a religião é um entrave ao progresso está, por todo o mundo, a dar lugar ao ideal americano de pluralismo e convivência pacífica entre a Modernidade e a Fé.» do texto de Tiago Moreira Ramalho no Expresso online.
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A notícia veio primeiro no 31 da Armanda, mas nós confirmamos. Chega às livrarias na próxima sexta-feira O Regresso de Deus, de John Micklethwait e Adrian Wooldridge, editores da revista The Economist.
Nos EUA compram-se, por ano, mais de vinte milhões de novos exemplares da Bíblia para juntar aos quatro que já existem num lar médio americano. Em todo o mundo, nas ruas ou nos corredores do poder, nos meios intelectuais ou nos círculos restritos dos economistas, assistimos ao ressurgimento da religião. Num vasto espaço geográfico e cultural (da Rússia à Índia, passando pela Turquia, mas também pelo Mediterrâneo e pela China), os países que desprezaram e tentaram erradicá-la como «o ópio do povo» são agora influenciados por líderes religiosos cujo poder se exerce muito para lá dos muros dos seus templos. Os efeitos dessa influência são visíveis por toda a parte - e nem sempre são positivos. Antigos conflitos seculares assumiram um cunho religioso e a religião desempenha um papel determinante em guerras civis, além de inspirar a actividade de empresários e de políticos. Vários factores contribuíram para este renascimento da religião no século XXI, incluindo a falência do comunismo, o avanço da globalização e as crises cíclicas da economia. O Regresso de Deus analisa o impacto dramático e perigoso que o crescimento global da fé regista no nosso século. Para compreender o mundo actual e os seus destinos, não poderemos ignorar as razões dos que invocam a palavra de Deus na política - independentemente de sermos crentes, agnósticos ou ateus.
Nas livrarias portuguesas a 11 de Junho.
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