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O blogue Encontro Livreiro publicou o discurso de agradecimento dos tradutores Cristina Rodriguez e Artur Guerra pelo prémio de tradução Casa da América Latina / Banif 2011. Fica aqui um excerto:

 

"Agradecemos em primeiro lugar a todos os membros do júri que nos distinguiram com o prémio de tradução literária da Casa da América Latina/Banif de 2011. É para nós imprescindível agradecer à Quetzal e em especial ao Francisco José Viegas, seu director na época e que nos confiou esta tarefa a contra-relógio. Tivemos meia dúzia de meses para traduzir perto de mil páginas em que só a revisão nos levou um mês, com fins de semana incluídos. Decidimos dividir entre nós as cinco partes que compõem o livro de modo a poder responder à urgência da sua publicação. Sabíamos pela nossa longa experiência de trabalho a dois que essa divisão não iria prejudicar o conjunto da obra, mas para evitar qualquer disparidade de critérios combinámos que a revisão seria feita de modo diferente: um de nós ia lendo a versão portuguesa por si traduzida e o outro ia seguindo o texto original para não deixar passar uma palavra sem sentido, um salto de linha, uma referência inadvertida, fazendo sugestões ou propondo alterações. O nosso trabalho em conjunto permite-nos a entreajuda, ultrapassando a dificuldade que a tradução como acto solitário implica. O texto de Bolaño exprime as multifacetadas dimensões de uma prática de comunicação que exige constantemente prévia interpretação hermenêutica e atenção aos diversos níveis do texto. Texto este que se descobre num labirinto de relações sistémicas que vai abrindo passagens para novas interpretações cujos limites não são apenas do domínio linguístico, mas também estético."

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Provavelmente, o melhor episódio protagonizado por um livreiro este ano: aconteceu na Pó dos Livros e envolveu 2666 de Roberto Bolaño e um misterioso processo de adivinhação. E para não voltarem a faltar exemplares deste livro na Pó dos Livros e outros estabelecimentos, estamos precisamente a imprimir a sétima edição.

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No i, a notícia de que 2666 foi o livro mais roubado do ano.

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2666, de Roberto Bolaño - segundo anunciou Francisco José Viegas na madrugada de sábado no Musicbox - foi o livro mais roubado do ano passado, título que acumula com a distinção como livro do ano. Mas a notícia de hoje é que O Terceiro Reich, depois de oito dias de vendas e dez mil exemplares impressos, entra em segunda edição, e ocupa os primeiros lugares nos tops das Livrarias Bertrand e Fnac.

 

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2666 no palco

15.02.10

A cineasta chilena Alicia Scherson acha impossível adaptar 2666 ao cinema, talvez por isso tenha preferido trabalhar Una Novelita Lumpen - o último romance seu que Roberto Bolaño viu ser publicado. Já no Teatro Lliure de Barcelona foi precisamente  a partir do colossal livro que são cinco se construiu espectáculo:

 

 

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Phil Jackson decidiu oferecer livros aos seus jogadores lerem na viagem para o oitavo jogo desta temporada. Entre os títulos escolhidos, todos tendo em conta o perfil dos jogadores, estava nada mais nada menos do que 2666, de Roberto Bolaño. O jogador contemplado com a «obra-prima» do escritor chileno foi o catalão Pau Gasol, que partilha com o treinador o gosto pela leitura e com quem costuma trocar livros. Ouvir críticas e incentivos e trocar livros.

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Do texto de José Mário Silva sobre o ano de 2009, publicado na última edição do ano do Expresso.

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O La Vanguardia destacou ontem 10 livros para a primeira década do milénio. 2666, um mural da história do século XX, é o primeiro da lista.

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Livro do ano

25.12.09

Segundo o Ípsilon:

 

 

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A revista Time Out rendeu-se aos calhamaços de mil páginas por via do 2666, de Roberto Bolaño. E elege ainda Pastoral Portuguesa como um dos livros do ano. ´

 

 

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Quatro livros da Quetzal no Actual do Expresso:

 

 

 

 

Há um livro para cada leitor. Este Natal, ofereça Quetzal.

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...e oferecer livros que mudam. A vida.

 

 

Capa da edição especial de 2666, de Roberto Bolaño para as livrarias Fnac.

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Devemos um pedido de desculpas aos leitores que frequentam este blogue. Nos últimos dias, actualizámos este blogue menos do que o habitual, temos estado ocupados com Roberto Bolaño e 2666. A esse propósito, quem não estiver farto do ruído pode ouvir o último programa de Luís Caetano, A Força das Coisas, onde Francisco José Viegas fala sobre esse livro de que se diz que é «Tudo dentro de tudo».

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2666

18.09.09

Faltam uma semana e poucas horas para o lançamento. Há mais notícias no blogue, livros em pré-reserva online (com ofertas especiais) na Bertrand e na Wook.

 

 

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Leituras em voz alta, pins que podem abrir portas, uma edição especial, exemplares únicos: no Diário Digital o jornalista Pedro Justino Alves sintetiza a informação disponível sobre o lançamento de 2666. Para marcar na agenda: o encontro é às 23h00 de dia 25, na Ler Devagar | Lx Factory.

 

 

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com o logo da Quetzal.

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«Eu acho que Roberto Bolaño é uma grandes revelações da literatura do nosso tempo. 2666 é a redescoberta do extraordinário poder do romance e da literatura. (...) Depois de ter lido Bolaño a nossa vida muda um pouco. Quer dizer, não se pode esquecer aquilo que ele deixou escrito, e que é uma tempestade, uma torrente, um delírio - como deve ser a literatura.»

 

Francisco José Viegas, director editorial da Quetzal, em declarações à Lusa. A peça completa aqui. Mais novidades aqui.

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QUETZAL. Ave da América Central, que morre quando privada de liberdade; raiz da palavra Quetzalcoatl (serpente emplumada), divindade tolteca, cuja alma teria subido ao céu sob a forma de Estrela da Manhã.

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