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Na companhia dos livros. O blog da Quetzal Editores.

Às sextas-feiras, é dia da crónica de José Rentes de Carvalho. Na semana passada, o tema foi «O Martírio do Beijo»: «Tudo tem a sua hora e modo, princípio que deveria também valer para o ritual do beijo, seja de amor, ternura, cortesia, ou aquele a que Judas deixou ligado o seu nome. O caso é que, numa sociedade de esbanjamento, o desperdício se aplica a quase tudo. Começa pelos objectos, passa para os sentimentos, as maneiras, sabe Deus que mais. Assim, por exemplo, aquele saltar que em tempos era apenas típico dos Zulus, vê-se hoje em tudo quanto é festival, mas sem a elegância que essa tribo mostrava. O beijo, por sua vez, que tirante nas febres da alcova era um roçar de lábios pelas faces, as mãos das senhoras, os anéis dos bispos e os pés das imagens de Cristo, tornou-se um gesto banal, inflacionado, e por vezes, como no caso dos pais que beijam os filhos nos lábios, ganhando suspeitas de incesto.» [Ler o resto aqui.]
Esta semana, «A Barbie e o namorado».
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