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Filipe Homem Fonseca entrevistado por Miguel Branco, do jornal i. Há Sempre Tempo Para Mais Nada já está nas livrarias.

 

«Como é que alguém licenciado em publicidade, toda a vida ligado ao humor, acaba por se interessar pela linguagem do romance?

Sempre gostei de explorar várias plataformas e géneros, apesar de não considerar o humor um género, mas antes uma abordagem. Já tinha feito várias séries dramáticas, também no teatro, e há uns anos comecei a publicar contos. Publiquei um romance em 2013, e agora este. Há histórias que têm de ser contadas em determinado formato. Estas duas, em particular, são histórias que só via serem escritas assim, em romance.

Diz isso pelo enredo em si?

Sim, talvez pudessem ser contadas noutro formato, mas a história acabaria por ser diferente. A forma acaba sempre por influenciar o conteúdo, pelo menos comigo. Da mesma maneira que já tinha experimentado teatro, rádio, cinema…

Que são veículos bem distintos. O romance é mais exigente?

Sem dúvida. Tudo ali é para ser lido. Quando estás a escrever argumentos, as descrições de acção são quase instruções para a movimentação. Quanto mais sucinto e menos poético fores na escrita de um argumento, mais eficaz vais ser. Se o sol está a nascer, está a nascer, não precisa de estar a nascer com o olho do tigre não sei onde…

Os mecanismos do processo criativo são idênticos nas diversas formas de escrita?

Escrevo sempre da mesma forma. O processo em si é que acaba por ser diferente. O que senti nos romances, talvez por escrever argumentos há 20 anos e romances há poucos, é que é mais demorado.»

 

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QUETZAL. Ave da América Central, que morre quando privada de liberdade; raiz da palavra Quetzalcoatl (serpente emplumada), divindade tolteca, cuja alma teria subido ao céu sob a forma de Estrela da Manhã.

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