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Na companhia dos livros. O blog da Quetzal Editores.

Recordamos o que diziam o The New York Times e o The Guardian, não poupando elogios a Hector Abad Faciolince – de quem a Quetzal publicou em fevereiro Oculta, que na semana passada o Neue Zürcher Zeitung considerava «a resposta a Cem Anos de Solidão».
Os artigos do Guardian e do The New York Times referiam-se a Somos o Esquecimento que Seremos, o primeiro título publicado pela Quetzal, em 2009, e que obteve o Prémio da Casa da América Latina em Lisboa. Sobre ele tinha escrito Javier Cercas, no El Pais: «Um livro tremendo e necessário, de uma coragem e honestidade arrasadoras. Por vezes, perguntei-me como é que terá tido a valentia de o escrever.»
Depois de Somos o Esquecimento que Seremos, a Quetzal publicou Receitas de Amor para Mulheres Tristes, Os Dias de Davanzati e, finalmente Oculta, um romance arrebatador e cujos direitos acabam de ser adquiridos na Alemanha (Berenberg) e na França (Gallimard). Para o Neue Zürcher Zeitung, cujas páginas de crítica literária são das mais conceituadas na imprensa europeia, «na América Latina está a nascer um novo realismo pós-ideológico. O romance La Oculta, de Hector Abad Faciolince, é hoje a resposta literária a Cem Anos de Solidão, de Gabriel García Márquez. Uma obra-prima.»
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