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Na companhia dos livros. O blog da Quetzal Editores.

O autor de «As Primeiras Coisas» (Prémio José Saramago, Prémio Fernando Namora, Prémio TimeOut, Prémio Pen) gostaria de ter sido Tom Sawyer, «antes de saber que era uma personagem literária». Bruno Vieira Amaral nasceu em 1978. Formado em História Moderna e Contemporânea pelo ISCTE, é crítico literário, tradutor, e autor do Guia Para 50 Personagens da Ficção Portuguesa e do blogue Circo da Lama. Em 2002, uma temerária incursão pela poesia valeu-lhe ser selecionado para a Mostra Nacional de Jovens Criadores. Colaborou no DN Jovem, revista Atlântico e jornal i. Atualmente é editor-adjunto da revista Ler, colabora no Observador, e está a escrever o seu segundo romance, que será publicado na primavera de 2017.
Um exemplo de beleza.
Audrey Hepburn.
Um exemplo de elegância.
Audrey Hepburn.
Um exemplo de fealdade.
Um mundo em que a existência de Audrey Hepburn não fosse possível.
A música que nunca lhe sai da cabeça.
But Not For Me.
O lugar ideal para passar férias.
Uma casa no campo.
Qual foi o primeiro livro que leu? O que se lembra dele?
Não me lembro.
Que livro o obrigaram a ler na escola que achou insuportável?
Eurico, o Presbítero.
Qual é obra que releu mais vezes? Porquê?
Cem Anos de Solidão. Por inveja.
Vai parar a uma ilha deserta e encontra o pior livro imaginável. Como se chama?
Kama Sutra.
Qual é o melhor local para ler? E o pior?
Sofá-cama.
A bebida ideal para acompanhar uma boa leitura?
Café.
Costuma sublinhar livros ou escrever neles ou é daqueles que os mantém imaculados?
Sublinho e escrevo, sempre que possível a lápis.
Usa um marcador ou dobra as páginas?
Ambos.
Em miúdo, sonhou em ser igual a que personagem literária? Porquê?
Tom Sawyer, antes de saber que era uma personagem literária. Porque sempre quis saber como seria assistir ao meu próprio funeral.
De que livro tirava o seu epitáfio, porquê?
Da Bíblia. Dizem que é um livro com oferta variada de epitáfios.
Um filme que gostaria de rever sempre.
Um Mundo Perfeito, de Clint Eastwood.
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