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Na companhia dos livros. O blog da Quetzal Editores.

«A Visita do Brutamontes», de Jeniffer Egan (da Quetzal), é um dos dez melhores romances sobre Nova Iorque, ao lado de Scott Fitzgerald, Saul Bellow ou Edith Wharton.
A escolha é feita pelo The Guardian: «Time’s dilapidations and revenges on a group of friends in the Manhattan music business, as mimicked in a set of virtuoso fictions that themselves weave backwards and forwards and sideways in time, finally alighting in a climate-changed New York of the near future.» A Visita do Brutamontes é um livro sobre a interação do tempo e da música, a capacidade de sobreviver, e as mudanças e transformações, quando inexoravelmente postas em movimento ainda que pelas mais efémeras conjunturas do nosso destino. Numa arrebatadora plêiade de estilos e registos - da tragédia à sátira, passando pelo Power Point - Egan captura a corrente que nos atrai para a auto-destruição - à qual sucumbimos se não a soubermos dominar; a fome de redenção de cada homem e mulher; e a tendência universal para alcançar ambas através da ação "condutora" da arte e a música e escapando à impiedosa passagem do tempo. Um livro astuto, surpreendente e hilariante.
Leia aqui um artigo de Janet Maslin, no The New York Times sobre o romance – e outra recensão, mas na revista de domingo, também do The New York Times.
Leia aqui um artigo mais extenso do The Guardian sobre Jennifer Egan, de quem a Quetzal publicou também o belíssimo O Circo Invisível.
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