Manuel da Rosa não é um herói profissional. É um nómada, que por acaso é polícia, e que vive num mundo de contradições. As noções de bem e mal foram dinamitadas pela evolução recente das nossas sociedades. Já não existe o herói nem o vilão clássicos. Só há alvos em movimento. E por isso já não há happy endings.
Da entrevista publicada hoje no Diário Digital.