«Pode-se dizer que a consagração de Teju Cole (n. 1975) chegou com o ensaio de várias páginas que James Wood lhe dedicou na “The New Yorker”, mas a melhor síntese sobre Cidade Aberta pertence a Cólm Tóibín – “Um reflexão sobre história e cultura, identidade e solidão.” Em rigor não é preciso dizer mais nada. (…) Cole tem uma escrita elegante (a tradução de Helder Moura Pereira faz-lhe justiça) e este livro não anda longe dos textos sobre viagens que publica com regularidade. Uma bela descoberta.»
Eduardo Pitta, Sábado
