"O principal mérito de MJM está na forma como consegue manter a sensação de claustrofobia narrativa, sem deixar que o leitor se perca no caos de repetições, incongruências e "solavancos lógicos". Muito bem escrito, o livro oferece-nos pelo menos dois pastiches brilhantes: um de García Márquez (a cidade de Polvorosa, uma espécie de Macondo onde se produz cacau em vez de bananas); outro de Thomas Pynchon (a barafunda postal de Granada)."
José Mário Silva, Expresso, 4 estrelas, 01-10-2011
“A narrativa desenvolve-se a vários níveis que se entrecruzam com a agilidade de um jogo, o caos do absurdo e a zombaria da impossibilidade.”
Helena Vasconcelos, Público, 4 estrelas, 14-10-2011
“Uma Mentira Mil Vezes Repetida é um festim de labirintos narrativos que esconde, só pelo prazer de forçar a descoberta, as reflexões sobre o mundo que nenhum telejornal permite e que a literatura guarda como melhor espelho de todos nós.”
Sara Figueiredo Costa, Time Out, 4 estrelas, 28-09-2011
