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A 4 de novembro nas livrarias:

 

 

Durante os últimos trinta anos, todas as grandes potências mundiais aderiram à globalização. Mas a crise económica que atingiu o mundo em 2008 alterou drasticamente a lógica das relações internacionais.  O benefício da globalização para essas grandes potências já não é tão evidente. Os Estados Unidos e a União Europeia enfrentam dificuldades cada vez maiores que decorrem da ascensão política e económica da China e de outras economias emergentes. O mundo também se debate com um conjunto problemas verdadeiramente globais que vão das alterações climáticas à proliferação do nuclear - questões que estão a causar rivalidades e divisões entre os países. Após um longo período de cooperação internacional, o conflito está de regresso à política global. O mundo de sucesso mútuo está a dar lugar ao mundo de soma zero.

 

A lógica de soma zero, na qual o lucro de um país equivale à perda de outro, impediu que as nações chegassem a acordo no combate às alterações climáticas e ameaça conduzi-las a um novo declínio económico generalizado. A lógica soma-zero está por detrás de outros problemas internacionais, como o da guerra no Afeganistão ou o do acesso às reservas de energia, água e alimentos. Estas questões políticas e económicas podem provocar novas guerras, catástrofes ambientais e crises financeiras agravadas.

 

Este livro define os termos de um novo debate. Gideon Rachman mostra claramente que ao otimismo decorrente do colapso da União Soviética, sucedeu, no rescaldo da grande crise financeira, uma profunda ansiedade. Neste livro obrigatório, Rachman sustenta que a política internacional se tornou muito mais perigosa e volátil e explica o que se pode fazer para contrariar esta lógica debilitante de um mundo soma zero.

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2 comentários

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Pedro a 08.03.2012

Pena que esta edição tenha uma tradução tão incompetente.

Erros crassos como a tradução da palavra eventualmente (chega-se a dizer que John Major eventualmente assinou um tratado, o que não faz sentido em português) e "estado falido" em vez de estado falhado, como há muito se consagrou em português. Até porque um estado falido é um estado sem dinheiro, como a Grécia, muito diferente de um estado falhado, como o autor explica.

Esta falta de cuidado é impressionante e faz com que este livro nem sequer possa ser recomendado a estudantes. Quer dizer, pode, mas na edição original porque a portuguesa é uma vergonha.
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Quetzal a 09.03.2012

Muito obrigado pela sua leitura atenta. Tomaremos em conta os seus reparos em futuras edições

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QUETZAL. Ave da América Central, que morre quando privada de liberdade; raiz da palavra Quetzalcoatl (serpente emplumada), divindade tolteca, cuja alma teria subido ao céu sob a forma de Estrela da Manhã.

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