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"1. Não há nenhum livro no mercado português remotamente parecido com este.
2. Num momento “Alçapão” é um policial sinistro, no outro é uma fábula fantástica.
3. A escrita é ritmada, poupada, magra. O texto trabalha a favor da história e não o contrário.
4. Apesar da acção ser muitas vezes violenta e a linguagem desabrida (é uma história de órfãos, caramba) João Leal escreve de uma maneira quase inocente. Há uma dinâmica próxima da literatura juvenil, como se estivéssemos perante “Uma Aventura no Fim da Inocência”.
5. É uma história acerca da amizade. De uma amizade feita também de silêncios e equívocos mas que procura leal e constante.
6. É um livro que não quer morder os calcanhares à alegria só porque isso é popular. A alegria não é exuberante e na maior parte das vezes anda escondida mas irrompe sem vergonhas no final. Não estamos perante um produto do cinismo e por isso não se criminaliza o triunfo.
7. “Alçapão” é um delírio. É um devaneio que desafia muitas convenções de narrativa, é propositado no seu desequilíbrio, brioso do seu compromisso com a história extraordinária que conta. Tenta manter a ética na digressão que sugere. É uma história tão impossível que só pode ter um fundo de verdade."

 

Tiago de Oliveira Cavaco apresentou o livro e enumera sete razões para ler Alçapão.

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QUETZAL. Ave da América Central, que morre quando privada de liberdade; raiz da palavra Quetzalcoatl (serpente emplumada), divindade tolteca, cuja alma teria subido ao céu sob a forma de Estrela da Manhã.

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