Raymond Carver disse que era possível «escrever sobre lugares-comuns», sobre coisas e objectos, usando lugares-comuns, mas também uma linguagem precisa, conferindo, assim a estas coisas – uma cadeira, uma cortina, um garfo, uma pedra, um brinco de mulher – uma força e uma cintilação imensas. Em parte nenhuma é tão evidente esta alquimia como em Catedral.
Catredral, de Raymond Carver | tradução de João Tordo
serpente emplumada | Raymond Carver
Nas livrarias a 21 de Janeiro.
