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Pode ler-se aqui o único e curto texto de autobiográfico de Paul Theroux - até ao fim do quinto parágrafo está tudo quanto este autor escreverá neste tom, segundo o próprio, num artigo sobre autobiografias e literatura, publicado na Smithsonian Magazine. O autor de O Velho Expresso da Patagónia explica o que o afasta desta linha.

 

«I never felt that my life was substantial enough to qualify for the anecdotal narrative that enriches autobiography. I had never thought of writing about the sort of big talkative family I grew up in, and very early on I developed the fiction writer’s useful habit of taking liberties. I think I would find it impossible to write an autobiography without invoking the traits I seem to deplore in the ones I’ve described—exaggeration, embroidery, reticence, invention, heroics, mythomania, compulsive revisionism, and all the rest that are so valuable to fiction.»

 

Ainda que os seus relatos de viagens seja na primeira pessoa, Paul Theroux é essencialmente um observador do que o rodeia. E pode ser que seja justamente esse olhar o mais distanciado possível que justifica que seja também um grande ficcionista. Reconhecido na ficção sobretudo pelo A Costa do Mosquito, Paul Theroux publicou recentemente A Dead Hand in Calcuta, romance que em breve a Quetzal disponibilizará para os leitores portugueses, numa tradução de Nuno Guerreiro Josué.

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QUETZAL. Ave da América Central, que morre quando privada de liberdade; raiz da palavra Quetzalcoatl (serpente emplumada), divindade tolteca, cuja alma teria subido ao céu sob a forma de Estrela da Manhã.

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