«Depois do prazer de possuir livros, não há outro que seja mais doce do que falar deles.» Ricardo Duarte cita Charles Nodier que foi citado por Jacques Bonnet, para começar a sua crónica «Par ou Ímpar» na mais recente edição do Jornal de Letras, Arte e e Ideias. O texto é sobre Bibliotecas Cheias de Fantasmas, o livrinho de Bonnet traduzido por José Mário Silva que está aí nas livrarias, à espera de leitores. Uma pequena pérola para leitores, que vão rever-se nas descrições sobre a necessidade de partilha, sobre as dificuldades de arrumação e outros detalhes sobre este delicioso vício. «Um livrinho que acompanhará os leitores felizes como um espelho de bolso», assim o descreve Sara Figueiredo Costa, na crítica publicada na Time Out desta semana.
