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Na companhia dos livros. O blog da Quetzal Editores.
Hoje na revista Time Out:
A memória, é sabido, é mais construção do que desfile factual e Héctor Abad confirma-o com um texto que lembra o passado, mas que tem o futuro como linha do horizonte: no verso de Borges que dá o título ao livro está a certeza de que tudo se esquece, mas também a vontade de o evitar, missão mais nobre entre todas as vaidades humanas.
Sara Figueiredo Costa escreve sobre Somos o Esquecimento que Seremos. E Rui Lagartinho sobre os dois casos de Remo Bellinni:
Tony Belloto, que trilha a guitarra da banda de rock Titãs, é incisivo a deixar no ar as imagens fortes, com a sua escrita veloz, violenta mas temperada de uma amarga e irónica ternura para que possamos, mesmo assim, acreditar que uma cidade colmeia com 20 milhões de habitantes é viável.
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