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Os livros voltaram ao Parque Eduardo VII, em Lisboa, e a Quetzal Editores também lá está: no espaço do Grupo Porto Editora, no corredor da esquerda para quem deixa o rio pelas costas, logo ali a seguir ao Marquês de Pombal. No último sábado, dia 13 de junho, a partir das 18h30, juntamos leitores, autores e tradutores. Estão todos convidados para o cocktail da Quetzal na Feira do Livro de Lisboa - e logo este ano, que se celebra o centenário do nascimento de Saul Bellow, não hão-de faltar motivos para um brinde. 

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Chico Buarque prepara-se para ler Ana de Amsterdam, de Ana Cássia Rebelo.

(Na edição de 28 de maio, da Sábado.) 

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Encontram-nos nos livros - nem sempre coincidentes com o que escreveram. São numerados e coleccionáveis. 

(E em distribuição no stand da Quetzal da Feira do Livro a partir de hoje à noite.)

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Integrada no espaço do Grupo Porto Editora, a Quetzal estará presente na grande festa do livro que este ano decorrerá entre 28 de maio e 14 de junho no Parque Eduardo VII.

 

O destaque maior vai para as muitas sessões de autógrafos, uma oportunidade para os leitores contactarem com alguns dos nossos escritores mais emblemáticos, como José Luís Peixoto, José Eduardo Agualusa e J. Rentes de Carvalho.

 

No dia 29 de maio, pelas 18h30, realiza-se o lançamento do livro Os Deuses e a Origem do Mundo, de António de Freitas, apresentado por António de Castro Caeiro e José Augusto Ramos.

 

Sessões de Autógrafos (à execeção da sessão de José Luís Peixoto, agendada para as 15h00, todas as sessões têm início às 16h00):

 

Domingo, 31 de maio:

José Luís Peixoto (15h00)

 

Sábado, 6 de junho:

Rentes de Carvalho

Eduardo Paz Ferreira  

Manuel Jorge Marmelo

 

Domingo, 7 de junho:

José Eduardo Agualusa

Rentes de Carvalho

Manuel Jorge Marmelo

Andréa Zamorano

Filipa Martins

 

Quarta-feira, 10 de junho

Pedro Vieira

José Eduardo Agualusa

 

Sábado, 13 de junho

José Eduardo Agualusa

Ana Cássia Rebelo

Andréa Zamorano

Bruno Vieira Amaral

Laborinho Lúcio

 

Domingo, 14 de junho

Sérgio Godinho

José Eduardo Agualusa

António Cândido Franco

Luís Menezes Leitão

Ricardo de Saavedra

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sbb.jpgAssinala-se em 2015 o centenário do nascimento de Saul Bellow, um dos mais importantes escritores do século XX.

 

Saul Bellow nasceu a 10 de junho de 1915 em Lachine, no Quebec, filho de emigrantes russos. Quando tinha nove anos, a família mudou-se para Chicago, a cidade com a qual a sua obra é mais facilmente identificada. A sua estreia literária ocorreu em 1944, com Dangling Man, mas foi com As Aventuras de Augie March, que venceu o National Book Award, em 1954, que Bellow atingiu o estrelato literário. A partir daí, o reconhecimento da sua obra foi sempre aumentando, tendo culminado com a atribuição do Prémio Nobel da Literatura em 1976. Em 2000, publicou o seu último romance, Ravelstein. Saul Bellow morreu em 2005.

 

No dia 4 de junho, às 18h30, a Ler no Chiado é dedicada ao escritor norte-americano, e contará com a presença de Helena Vasconcelos, Rui Tavares e Francisco José Viegas. Como habitualmente, a moderação estará a cargo de Anabela Mota Ribeiro. No dia 20 de junho, a Fundação D. Luís I organiza a conferência No Centenário de Saul Bellow: Um Escritor de Fôlego, com a participação dos professores Teresa Alves e Mário Avelar, e da escritora e crítica literária Filipa Melo. A sessão decorrerá no Centro Cultural de Cascais, às 21h30.

 

Até à data, a Quetzal publicou os seguintes livros de Saul Bellow: Morrem Mais de Mágoa, As Aventuras de Augie March, Ravelstein, O Legado de Humboldt e Herzog.

 

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A 5 de junho nas livrarias.

 

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Cosmogonias são textos antigos presentes em todas as civilizações. Pretendem explicar a origem do mundo, com ou sem a intervenção de deuses, em escritos de natureza mitológica ou filosófica que descrevem tempos históricos incertos das civilizações a que pertencem.

O presente livro é uma pequena coleção desses textos cosmogónicos que compreendem um período de quatro mil anos, desde a Suméria até aos Evangelhos, passando pelas cosmogonias gregas e pelo canto da criação védico. O objetivo é oferecer ao leitor português um conjunto suficientemente abrangente de textos – todos eles traduzidos das línguas originais pelo autor.

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«Depois de escrever ensaios, livros de contos e romances, a espanhola Paloma Díaz-Mas, de 61 anos, investigadora e professora catedrática de literatura medieval e sefardita, surpreendeu tudo e todos com ‘O que Aprendemos com os Gatos’, editado em Portugal pela Quetzal.

 

Se lhe pedissem para indicar a coisa mais importante que os gatos nos podem ensinar, qual seria?

 

A capacidade de viver o momento. Existe em qualquer animal, mas é muito mais evidente neles. Não se preocupam com o que virá a acontecer nem se atormentam com o que já aconteceu.

 

Escreve que eles não padecem, ao contrário de nós, da doença congénita degenerativa chamada razão…

 

Isso é uma brincadeira, mas não deixa de ter certa base de verdade. Muitas vezes demoramos mais tempo a pensar do que a agir. A letra da canção ‘Beautiful Boy’, que John Lennon dedicou ao filho, diz que a vida é o que nos acontece enquanto estamos ocupados a fazer outros planos [risos]. É uma grande verdade.»

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/domingo/detalhe/todos_os_gatos_tem_um_rei_dentro_de_si.html

 

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«Pedro Vieira aposta num retrato abrangente de um país refém de medos, incapaz de se libertar do fantasma de um ditador, um “país pobre com uma boa rede de fibra óptica”, “cheio de gente em desespero mas sem vontade de partir a loiça, de partir a fibra, no lugar da primavera dos árabes o outono dos orgulhosamente sós”. É uma escrita crítica, cheia de uma ironia ácida, onde cada palavra encontra o seu lugar num intrincado jogo de sentidos que os leitores que já tinham lido Vieira no seu romance de estreia, Última Paragem, Massamá — sobre a vida num subúrbio da linha de Sintra —, não estranham. O olhar do escritor sobre o seu tempo e o seu lugar é inconformado e sustenta-se numa observação detalhada de costumes, na atenção à linguagem e à circunstância que determina cada existência mais ou menos ficcionada, mas sempre colada a um real que é o que sobretudo lhe interessa captar.»

Isabel Lucas, Ípsilon

 

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Pelas 18.45, Aldina Duarte e Maria do Rosário Pedreira estarão na Livraria Ferin para mais uma sessão do Ensaio Geral, moderada por Maria João Costa. A entrada é livre.

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Este programa é uma parceria entre a Booktailors — Consultores Editoriais, a Rádio Renascença e a Livraria Ferin.

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«Como uma espécie – ou tentativa de – de serviço público em forma de singular biografia, António Cândido Franco construiu “O Estranhíssimo Colosso” (Quetzal, 2015), um livro dividido em quatro partes que tem a tarefa hercúlea de dar a conhecer mais sobre o filósofo Agostinho da Silva, homem que ousou em toda a sua vida desafiar a normalidade, aceitando um estatuto de uma marginalidade que lhe dava o “privilégio” de poder dispensar o uso de, por exemplo, um bilhete de identidade.

Ao longo de mais de 730 páginas somos convidados a entrar na vida e nas desventuras de alguém que dispensava fronteiras ao pensamento, sob a perspectiva assumidamente apaixonada (e com elevadas doses de uma “saudável” vassalagem) de António Cândido Franco, professor universitário, autor de vários estudos sobre literatura e cultura portuguesa e responsável por livros como “A Vida Ignorada de D. Carlos” ou “A Literatura de Teixeira Pascoaes”.»

Carlos Eugénio Augusto, Deus Me Livro

 

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Nas livrarias

08.05.15

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«Fazem falta, na ficção portuguesa contemporânea, romances capazes de captar o momento presente, os impactos da crise económica na sociedade, o modo como os portugueses viveram (ou sobreviveram) nestes últimos anos de austeridade. A literatura é uma arte lenta, mas felizmente há autores que a aceleram e conseguem sintonizá-la com a atualidade. Como Pedro Vieira, que faz de O Que Não Pode Ser Salvo um voo planado sobre Portugal, “terra refém dos medos e das farmácias e das luzes apagadas ao fundo do túnel”, cheia de “gente em desespero mas sem vontade de partir a loiça”. Se no seu primeiro romance, Última Paragem: Massamá, Vieira oferecia-nos uma visão desencantada da vida nos subúrbios, centrada no eixo formado pela Linha de Sintra, agora o objetivo é muito mais abrangente.»

 

José Mário Silva, Expresso

 

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Em 2000, José Luís Peixoto estreava-se na literatura com Morreste-me (edição de autor). Quinze anos mais tarde e muitas edições depois, o livro continua a ser um dos preferidos dos leitores. Agora, é finalmente publicado no Brasil e o Estado de São Paulo dá-lhe o justo destaque.

 

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«Simultaneamente confessional e metaficcional, é um livro sobre um escritor em busca dos seus temas e sobre um título à procura do seu conteúdo. No final das sucessivas demãos que são as cinco “partes” do “romance”, tendo o narrador finalmente encontrado o tema, o tom e o ritmo, está pronto para começar a escrever o livro que acabámos de ler.»

 

Mário Santos dá 5 estrelas a O Enigma da Chegada, na Time Out

 

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Paloma Díaz-Mas, autora de O Que Aprendemos com os Gatos, publicado recentemente pela Quetzal, é uma das convidadas da 9ª edição do LeV – Literatura em Viagem, que decorrerá entre 8 e 11 de maio, em Matosinhos, na Galeria Municipal da Biblioteca Municipal Florbela Espanca. A escritora espanhola participará, juntamente com Tessa de Loo, na mesa com o tema Entre o Latido e o Miado: Conflitos Ancestrais, no sábado, dia 9, às 16h15. A moderação estará a cargo do jornalista Sérgio Almeida.

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«Mai Jia acredita que a missão da literatura é mais elevada do que a da política, uma afirmação que pode ser lida como arriscada, vinda de um escritor que vive na China e não é um dissidente do regime comunista.

O Ocidente começou a ouvir falar dele no ano passado, quando o seu primeiro romance foi publicado em inglês. Já tinha então seis livros editados e 15 milhões de exemplares vendidos no seu país, além de adaptações para cinema e televisão e uma colecção de afirmações capazes de o apresentar fora de fronteiras como alguém com enorme auto-estima e vontade de ser conhecido como escritor universal.

Apresentado como autor de espionagem, um executante inovador da arte do thriller psicológico, Mai Jia, nome literário de Jiang Benhu, prefere uma designação mais abrangente. “O jogo de espionagem é apenas uma capa [para o que faz]. Eu escrevo sobre pessoas", disse numa entrevista publicada em 2012 na Time Out de Pequim. “Pessoas que sofrem de alienação do trabalho: o seu espírito, o seu destino, a sua dor interior e amor. É com isso que estou preocupado”, acrescentou o escritor que tem sido comparado a vários autores nas muitas tentativas, mais ou menos maliciosas, de traduzir esse “fenómeno” chinês para a literatura ocidental: John Le Carré, Dan Brown, Jorge Luis Borges, Franz Kafka. Entre eles, Mai Jia elege um: Borges, o seu herói literário, e conta que passou um dos três anos ao serviço do exército chinês no Tibete a ler um único livro: O Livro de Areia

 

Isabel Lucas, Ípsilon. Ler o texto completo aqui.

 

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QUETZAL. Ave da América Central, que morre quando privada de liberdade; raiz da palavra Quetzalcoatl (serpente emplumada), divindade tolteca, cuja alma teria subido ao céu sob a forma de Estrela da Manhã.

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