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Quetzal

Na companhia dos livros. O blog da Quetzal Editores.

«A prosa profundamente elegante de Geoff Dyer vai tecendo as ligações entre estes músicos e os seus particulares territórios de descoberta, de sonhos e de muitos pesadelos. Mas todos eles tinham uma aura. E uma mística muito particular. Mas, ao mesmo tempo, o método utilizado por Dyer é pouco usual, porque não sendo pura ficção também descola da realidade que retrata. Estamos assim num território de fronteira que ainda é mais apetecível para o leitor, mesmo aquele que não é propriamente fã do jazz. As páginas ilustram reinterpretações de acontecimentos, baseados em factos reais ou em algo que foi sendo sussurrado nos ouvidos de quem queria escutar. Por isso, a obra está cheia de detalhes, de pormenores muito ricos. E, depois, é notório o profundo amor que Dyer devota ao jazz, a esta música que o marcou profundamente. As suas descrições dos músicos são, na maior parte dos casos, pequenas obras-primas da prosa.»

 

Fernando Sobral, Jornal de Negócios

 

«Nasceu em Londres, filha de uma nigeriana e um ganês, cresceu nos Estados Unidos e vive actualmente entre Roma e Nova Deli. Por sua vez, a ideia para “A Beleza das Coisas Frágeis” (Quetzal Editores, 2014) surgiu-lhe num retiro de yoga na Suécia. De sua justiça, Taiye Selasi apelidou-se “afropolitan”.

 

A escritora/fotógrafa de 34 anos conta com uma bagagem académica de Oxford e Yale, bem como textos publicados na Granta e Best American Short Stories. Selasi não descobriu a pólvora, mas aquilo que sabe fá-lo de forma competente, uma vigilância constante dos personagens, das suas motivações e gestos.»

 

Nelson Ferreira, Rua de Baixo

 

«Como vai ser o teu novo livro?

 

Parte da minha condição de jornalista desempregado. O narrador, pelo menos o da primeira parte, é um jornalista desempregado, mas depois tens um enredo completamente ficcional. O sujeito vai preso devido a um episódio relacionado com um assassínio, e depois há um desdobramento desse personagem em mais dois narradores, um deles uma mulher. Sem querer contar demais, o episódio que motiva a sua prisão está relacionado com a morte de uma celebridade de quem ele, por estar desempregado, aceitara escrever a autobiografia. A segunda parte do livro é a autobiografia dessa celebridade (que no final se percebe ser ficcionada), e a terceira parte é o desmontar do que se leu antes.»

 

Entrevista de Manuel Jorge Marmelo à Time Out Porto

 

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