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Quetzal

Na companhia dos livros. O blog da Quetzal Editores.

João Luís Barreto Guimarães nasceu no Porto em Junho de 1967. Divide o seu tempo entre Leça da Palmeira e Venade. Publicou o primeiro livro de poemas Há Violinos na Tribo, em 1989, a que se seguiram Rua Trinta e Um de Fevereiro (1991), Este Lado para Cima (1994), Lugares Comuns (2000), 3 (poesia 1987-1994), em 2001, Rés-do-Chão (2003), Luz Última (2006) e A Parte pelo Todo (2009). Poesia Reunida aproxima os sete livros que constituem a sua obra editada até ao momento.

 

O blogue do poeta João Luís Barreto Guimarães já consta da lista de links. Aconselhamos os leitores a visitar o blogue e, a partir de dia 28, a descobrir a Poesia Reunida. Fica aqui um poema:

 

chegar até onde a luz se põe sem querer
saber porque se põe ser do céu uma das
cores e/ou pertencer ao quente ar do
crepúsculo sentindo que nenhum outro

exacto momento se repete assim. depois:
deixar sair os olhos em contínuos voos
espirais como aves do mar a cair na espera

ondulante das águas acreditar nas leis
do pensamento como quem mais não pode que
aceitar porque o homem é breve ainda para
se conseguir compreender. eis que tudo

quanto é sonho se torna real tudo quanto é
temporal ocorre agora dissipando eventuais
porquês perante a real forma das coisas


in "Rua Trinta e Um de Fevereiro" (1991)

 

"O principal mérito de MJM está na forma como consegue manter a sensação de claustrofobia narrativa, sem deixar que o leitor se perca no caos de repetições, incongruências e "solavancos lógicos". Muito bem escrito, o livro oferece-nos pelo menos dois pastiches brilhantes: um de García Márquez (a cidade de Polvorosa, uma espécie de Macondo onde se produz cacau em vez de bananas); outro de Thomas Pynchon (a barafunda postal de Granada)."

 

José Mário Silva, Expresso, 4 estrelas, 01-10-2011

 

“A narrativa desenvolve-se a vários níveis que se entrecruzam com a agilidade de um jogo, o caos do absurdo e a zombaria da impossibilidade.”

 

Helena Vasconcelos, Público, 4 estrelas, 14-10-2011

 

 

Uma Mentira Mil Vezes Repetida é um festim de labirintos narrativos que esconde, só pelo prazer de forçar a descoberta, as reflexões sobre o mundo que nenhum telejornal permite e que a literatura guarda como melhor espelho de todos nós.”

 

Sara Figueiredo Costa, Time Out, 4 estrelas, 28-09-2011

 

A voz de Holden Caulfield, protagonista e narrador da obra-prima de Salinger, é talvez a mais inconfundível da literatura americana do século XX.

 

Para comemorar a nova edição de À Espera no Centeio, a Quetzal organiza uma sessão de leitura de excertos da obra com a participação de Nuno Costa Santos, Vasco M. Barreto, Inês Bernardo, Inês Fonseca Santos, Ricardo Dias Felner, Margarida Ferra, Carlos Vaz Marques, Raquel Marinho, Tiago Barbosa, Lúcia Pinho e Melo, Pedro Vieira, Sandra Silva e Fernando Alvim.

 

Para os resistentes e noctívagos, a partir das 22h a animação musical ficará por conta do dj e vj Irmão Lúcia.

 

15 de outubro, às 18h, no Bartô (Rua Costa do Castelo, n.º 1/7).

Na nossa lista entram mais dois blogues de autores: o de Pola Oloixarac e o de Jose Manuel Fajardo. Fica aqui um dos posts do escritor espanhol:

 

"El Nobel de Literatura tiene en ocasiones la virtud de hacer descubrir autores que muy pocos conocían. Hay prestigios consolidados en reductos de conocimiento que apenas hallan eco en el barullo del mundo. Es el caso del poeta sueco Tomas Tranströmer. Muchos apenas sabíamos de él hasta que ayer su nombre se hizo mediáticamente universal. Para los conocedores de la literatura nórdica es la consagración de la ola literaria que nos llega del frío. Para los demás, la ocasión de descubrir una literatura sutil que ha hecho del elogio del silencio su principal atributo.

 

“Me encuentro con huellas de pezuña de corzo en la nieve./ Lenguaje, pero no palabras”, escribe el poeta, que proclama su fascinación ante el poema que “crece, ocupa mi lugar”. Silencio frente a palabras, como una nota blanca en medio de una canción. Un necesario paréntesis. Para apreciar mejor la melodía, para que las palabras recobren algún día su sentido."

 

 

Boas navegações!

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