"Patti faz-nos chegar tão perto de Mapplethorpe que nunca mais veremos os seus retratos do mesmo modo (...)"
Eduardo Pitta escreveu sobre Apenas Miúdos na edição desta semana da revista Sábado.
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"Patti faz-nos chegar tão perto de Mapplethorpe que nunca mais veremos os seus retratos do mesmo modo (...)"
Eduardo Pitta escreveu sobre Apenas Miúdos na edição desta semana da revista Sábado.
J. Rentes de Carvalho, no seu Tempo Contado, escreve sobre Danúbio, de Claudio Magris:
O livro de Pola Oloixarac, As Teorias Selvagens, chega às livrarias a 1 de Julho. Os leitores que queiram saber mais sobre a escritora argentina podem aceder ao blog http://melpomenemag.blogspot.com/. Destacamos a extensa cobertura da imprensa brasileira e o post em que Pola apresenta a capa da edição portuguesa.
Foto: Joana Freitas
"Como em Danúbio, que era o rio que nos guiava e servia de rota para as civilizações, aqui também é o espaço de tolerância e de ética responsável que encontramos. Magris mostra como tudo é transitório na história: os regimes políticos erguem-se e desaparecem como pó quase sem se reparar. Sucedeu no Danúbio, acontece em Itália, pode inclusivamente ser possível em todo o mundo. Porque a história não acaba."
Fernando Sobral, no Jornal de Negócios, sobre A História Não Acabou, de Claudio Magris
"A meio da minha vida, matei uma rapariga."
Começa assim a viagem de Darin Strauss através das memórias de um acontecimento real e traumático. Chega às livrarias a 1 de Julho.
"1. Não há nenhum livro no mercado português remotamente parecido com este.
2. Num momento “Alçapão” é um policial sinistro, no outro é uma fábula fantástica.
3. A escrita é ritmada, poupada, magra. O texto trabalha a favor da história e não o contrário.
4. Apesar da acção ser muitas vezes violenta e a linguagem desabrida (é uma história de órfãos, caramba) João Leal escreve de uma maneira quase inocente. Há uma dinâmica próxima da literatura juvenil, como se estivéssemos perante “Uma Aventura no Fim da Inocência”.
5. É uma história acerca da amizade. De uma amizade feita também de silêncios e equívocos mas que procura leal e constante.
6. É um livro que não quer morder os calcanhares à alegria só porque isso é popular. A alegria não é exuberante e na maior parte das vezes anda escondida mas irrompe sem vergonhas no final. Não estamos perante um produto do cinismo e por isso não se criminaliza o triunfo.
7. “Alçapão” é um delírio. É um devaneio que desafia muitas convenções de narrativa, é propositado no seu desequilíbrio, brioso do seu compromisso com a história extraordinária que conta. Tenta manter a ética na digressão que sugere. É uma história tão impossível que só pode ter um fundo de verdade."
Tiago de Oliveira Cavaco apresentou o livro e enumera sete razões para ler Alçapão.
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