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Desta vez os livros de Janeiro chegaram mais cedo.

 

De Raymond Carver, Catedral, traduzido por João Tordo.

De Guillermo Cabrera Infante, Corpos Divinos, traduzido por Salvato Telles de Menezes.

De Irvine Welsh, Se Gostaste da Escola Vais Adorar o Trabalho, traduzido por Jorge Pereirinha Pires.

De Christopher Isherwood, Um Homem Singular, traduzido por Filomena Duarte.

De Evelio Rosero, Os Exércitos, traduzido por Margarida Amado Acosta.

De D. Luiz de Lancastre e Tavora, D. Leonor de Távora.

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Uma boa notícia, a melhor notícia:

As Aventuras de Augie March, de Saul Bellow, publicado pela Quetzal, foi considerado o livro do ano pelo jornal Público (Ipsílon), segundo a escolha de todos os seus críticos. Da lista, de vinte títulos, constam ainda O Sonho do Celta, de Mário Vargas Llosa, A Viúva Grávida, de Martin Amis, e Morrem Mais de Mágoa, de Saul Bellow, todos publicados pela Quetzal — a editora que mais livros inclui nesta lista.

 

 

É o segundo ano consecutivo que a Quetzal é distinguida com esta escolha. No ano passado, o título foi 2666, de Roberto Bolaño.

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Visto da janela do escritório.

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Cinco livros da Quetzal na lista dos 20 do ano, de Eduardo Pitta. E dois na lista de Pedro Mexia.

 

  

   

 

 

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Carlos Pinto Coelho, no programa Ler Mais Ler Melhor, de Teresa Sampaio, escolhe o livro da sua vida: Aparição, de Vergílio Ferreira.

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Nas sugestões de Natal do Cadeirão Voltaire, o novo romance de Mónica Marques, «um belo livro sobre o amor e o sexo, sobre o não saber estar e o não saber partir e sobre o modo como os equívocos são tão perturbadores como os desejos intempestivos.»

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Estamos a desejar boas festas aos nossos leitores.

2010 foi muito bom, venha 2011.

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Vasco Graça Moura é o vencedor da edição de 2010 do Prémio Clube Literário do Porto. O prémio, no valor de €25.000,00 (vinte e cinco mil euros), visa distinguir a carreira deste notável escritor, natural do Porto, nos géneros da Poesia, da Ficção, do Ensaio e da Tradução. A cerimónia pública de entrega do galardão decorrerá no próximo dia 29 de Dezembro às 21h30 nas instalações do  Clube Literário do Porto (Rua Nova da Alfândega, nº 22),  a que se seguirá uma sessão de autógrafos. A apresentação  do galardoado estará a cargo do Dr. José Pacheco Pereira.

  

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O livro Livro

20.12.10

«Foi em 1948. O dia em que “a mãe pousou o livro nas mãos do filho. Que mistério.O rapaz não conseguia imaginar um propósito para o objecto que suportava.”O livro enquanto objecto de interrogações especulações antes de ser aberto, lido, cheirado, é o centro do último romance de José Luís Peixoto. Chama-se “Livro” e pode parecer definitivo ou pretensioso.Não é ‘o’ livro,mas é um livro onde as interrogações são sobre a emigração portuguesa. A do meio do século. Curiosamente vista a partir de agora, deste tempo em que volta a apetecer sair do país depois do país ser destino de muitos imigrantes.»

  

Livro, de José Luís Peixoto, é uma das sete sugestões do Diário Económico para este Natal.

 

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«Em No Buraco, o guitarrista Teo Zanquis recorda a sua vida em quartos de hotéis, noites loucas de sexo, de drogas e álcool. Andar em tournée "é uma loucura mesmo. Você vive em hotéis. E vai criando um hábito, como estivesse sempre sempre no mesmo hotel, só que dcada dia tem um diferente. É uma sensação estranha e muitas coisas acontecem no hotel, conta."» Hoje, no Ípsilon, Isabel Coutinho assina um artigo feito a partir de uma conversa com Tony Bellotto.

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É garantido que ninguém na Quetzal conhece a Sandra A. que mantém o blogue Persona, onde fala sobre os livros do ano. Nenhum deles é O livro das Listas, que parte dessa irritante mania que dá nome ao post em que a blogger explica quais foram para si os dez livros mais importantes do ano e porquê. Cinco em dez são da Quetzal

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Hoje

17.12.10

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«"Elza, a garota" combina literatura e reportagem. É um híbrido de ensaio histórico com jornalismo e com ficção. O autor queria que o livro fosse rigoroso na pesquisa histórica - por isso passou seis meses a pesquisar arquivos institucionais e privados - mas também que se subordinasse a "uma lógica maior de romance". Não era uma fórmula que estivesse pronta e já estava a escrever quando leu "Soldados de Salamina", de Javier Cercas, próximo do seu romance em termos de estrutura. "Vi que estava indo por um caminho que não era tão novo como imaginava". Também há um diálogo com "Nove Noites", de Bernardo Carvalho, e com os livros de W. G. Sebald.». Já está na edição online do Ípsilon o artigo de Isabel Coutinho sobre Sérgio Rodrigues que investigou a morte de Elza Fernandes, a jovem menor, namorada do líder do Partido Comunista do Brasil, que morreu assassina por estar sob suspeita de traição.

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Na passada ficou a inauguração da nova Livraria Bertrand do Centro Comercial Colombo, de que José Luís Peixoto é padrinho e o artigo de Isabel Coutinho, no Ípsilon, sobre Sérgio Rodrigues, autor de Elza, a Garota. Depois de um fim-de-semana cheio de Mario Vargas Llosa, a começar precisamente na sexta-feira, no Ler no Chiado onde se falou da obra do Prémio Nobel da Literatura 2010, a semana começa bem para nós aqui na Quetzal, com a notícia de que Livro de José Luís Peixoto continua nos tops (Bertrand, Fnac e Wook), na companhia de O Sonho do Celta, umas posições acima. E hoje, no Público, sugestões de livros para ofertas de Natal: dos dez, dois são nossos, Vargas Llosa, claro, e Renascer, os diários de Susan Sontag.

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Leituras

13.12.10

«Ernestina é a biografia de milhares e milhares de família portuguesas. Um livro eterno, mas nunca lamechas. Um livro duro, mas que nunca corta a esperança. Um livro simples e obrigatório.» Henrique Monteiro, que falou assim de Ernestina, o romance autobiográfico de Rentes de Carvalho, publicado em Outubro do ano passado pela Quetzal, já começou a ler o Tempo Contado. Esperamos por mais relatos ou pelas considerações finais.  

 

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«La más importante se llama placer de leer, y cada vez que abro uno de sus libros siempre jóvenes regreso a ese placer desbordante de mi adolescencia, cuando La Ciudad y los perros era el libro que descubríamos llenos de asombro, porque hablaba de nosotros. Vargas Llosa fue un cómplice, un amigo escritor cuyas obras iban de mano en mano, de café en café, y al que mi generación debe las conversaciones literarias más animadas. Tenemos una gran deuda con él, y al placer de leer y volver a leer sus novelas, se agrega el de desearle un Feliz Cumpleaños y larga vida, porque aún nos debe muchísimas novelas.» Retirado daqui.

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«Recién acabo de despertar de un sueño en el que me asombraba todo el rato de lo fácil que me resultaba el camino que me llevaba a volver a leer las obras cumbres de Vargas Llosa. Y es que caía en picado por él, por ese camino. A quienes no le hayan leído, les recomendaría que tomaran el camino con más calma. Es un sendero largo y atractivo, lleno de grandes hallazgos.» Retirado daqui.

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«Um vasto panorama da sua vida, da sua paixão pela literatura, do seu percurso político, do seu lugar no mundo. Um texto muito bem construído, alternando generalizações sobre as posições éticas e estéticas que defende com momentos de pura emoção, ao recordar a infância, os lugares que o formaram como homem (do Peru a Paris e Barcelona), a relação com a família e com a sua mulher, Patrícia.» No Bibliotecário de Babel a leitura do discurso de Mario Vargas Llosa de aceitação do Prémio Nobel. A cerimónia começa dentro de momentos e pode ser vista em directo a partir daqui.

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QUETZAL. Ave da América Central, que morre quando privada de liberdade; raiz da palavra Quetzalcoatl (serpente emplumada), divindade tolteca, cuja alma teria subido ao céu sob a forma de Estrela da Manhã.

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