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A história de Maurice Sendak com as ilustrações originais. O Sítio das Coisas Selvagens, de Dave Eggers, chega às livrarias no dia 13 de Novembro.

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Sal, da prateleira de baixo, só tem de esperar até dia 26 de Novembro para ver o filme de Spike Jonze, O Sítio das Coisas Selvagens. Mas a partir de dia 13, já se pode ver o romance de Deve Eggers escrito a partir da história de Sendak.

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«A compra de um fato para se apresentar decentemente para receber o Grillparzer, a compra da sua casa na Alta Austria, a compra de um Triumph Herald, os seus desdéns e provocações habituais, as suas crises e doença, a sua relação com o campo e a cidade, os seus exageros e mentiras. Com Os Meus Prémios existe uma outra oportunidade para voltar ao fascinante mundo de Bernhard.»

 

 

 

 

Os Meus Prémios, deThomas Bernhard, foi agora publicado em Espanha, pela Alianza. O excerto é da recensão de José Andrés Rojo, no El País.

 

 

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Maurice Sendak escreveu e ilustrou Where the Wild Things Are em 1963. Este ano Spinke Jonze decidiu adaptar ao cinema o que entretanto se tornou um clássico infantil (ainda não publicado em Portugal). O realizador convidou Dave Eggers a juntar-se a ele na escrita do guião. Eggers, além disso, escreveu um romance a partir da história de Maurice Sendak - a pedido do próprio Sendak. É esse romance que a Quetzal publica agora e que chegará às livrarias a 13 de Novembro. O filme, esse, chega às salas portuguesas no dia 26 de Novembro.

 



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Mais um texto de António Manuel Venda, na coluna de opinião do Blogtailors.

 

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«Nunca dê um charuto a um desconhecido, este também é o meu lema. Há alguns anos eu era muito amigo de um lorde inglês, que certa noite veio jantar a minha casa. Depois do café e, talvez do conhaque, abri uma caixa de Montecristos que me fora oferecida por um amigo mexicano, um produtor de cinema, proprietário de terras no Yucatan. Era um ricaço das Caraíbas que sabia de charutos e, o que era mais importante, conhecia a minha paixão por bons charutos e, o que era mais importante, conhecia a minha paixão por bons charutos, sentimento tão veemente como a impaciência de Fortunato pelo amontilado. Embora nunca tenha declarado que um charuto, mesmo que se trate da minha vitola, é melhor do que uma mulher, como Kipling se casou com uma norte-americana porque não podia ter relações mais íntimas com o seu amigo americano, irmão dela. Parece que nunca conseguiu manter relações tão íntimas com o seu amigo americano, irmão dela. Mas essa é outra história.»

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A próxima sessão do Clube de Leitura das Américas, marcada para a próxima segunda-feira, foi adiada para 2 de Novembro, à mesma hora (19h). Recordamos que o livro em leitura é 2666, de Roberto Bolaño e que, idealmente, os participantes deverão ter lido até à sessão, as duas primeiras partes do livro.


 

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Já existe um blogue do livro Enciclopédia da Estória Universal, de Afonso Cruz, de onde copiámos este lindíssimo booktrailer, que lhe faz, aliás, justiça.

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Um romance de um autor português que conhece bem a Hungria. Um breviário do fumo escrito por um autor cubano e apreciador de puros.

 

 

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Luís Naves

23.10.09

 

Luís Naves nasceu em 1961, em Lisboa. É jornalista do Diário de Notícias. Fez reportagens na Guiné-Bissau, Paquistão e Coreia do Norte, escrevendo habitualmente sobre temas europeus. Tem dois romances e uma novela publicados. Luís Naves é também autor de vários contos, crónicas e ficções publicados em revistas. Escreve blogues nos blogues Corta-fitas e As penas do flamingo.

 

Na Quetzal publicou Territórios de Caça.

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Territórios de Caça é a história de um encontro entre dois homens e do confronto entre o presente e o passado. O narrador chama-se Lajos Kormányos, um húngaro nascido em 1961, em Budapeste, cujo nome corresponde à tradução livre de Luís Naves. Não pense o leitor que Kormányos não existe ou que se trata de uma simples personagem – muito pleo contrário: tem uma biografia quase banal e vive numa linha paralela à própria vida do autor. Outra figura chama-se Farkas, o que em húngaro significa lobo, algo que o narrador nunca nos explica. A rua Gogol também existe e a cidade húngara desta história é factual, embora não saibamos o seu nome. A imprecisão da verdade é porventura um dos temas presentes neste livro; mas talvez o leitor encontre aqui o bem e o mal, a traição e o medo, o compromisso e a raiva, o acaso e o destino.

 

Luís Naves  | língua comum.

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Fumo Sagrado

23.10.09

 

«Fumo Sagrado é mais do que um livro - são vários: é uma história do tabaco que começa com a sua descoberta, em 1942, por um marinheiro da tripulação de Cristóvão Colombo; é uma celebração do tabaco e do acto de fumar, essa prática bizarra; e uma rapsódia em que intervêm o cigarro e cachimbo. Mas é, sobretudo, uma crónica erudita da relação entre o charuto e cinema.»

 

Nesta espécie de breviário do fumo, em que também se evocam os grandes fumadores da História (como Winston Curchill ou Fidel Castro), do Cinema (como Groucho Marx ou Orson Welles) e da literatura (como Conan Doyle ou Italo Calvino), Cabrera Infante, ele próprio um consumidor apaixonado de «puros», é o guia e o narrador das extraordinárias histórias ligadas a um prazer que faz «sempre recordar um tempo que nunca existiu».

 

Fumo Sagrado, Guillermo Cabrera Infante | série américas

Tradução de Salvato Telles de Menezes

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A livraria Capítulos Soltos, em Braga, completa um mês de vida e tem disponíveis as novidades da Quetzal.

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Da Hungria

20.10.09

Territórios de Caça é o mais recente romance de Luís Naves. Chega às livrarias no próximo dia 6 de Novembro. Entretanto, aqui fica a capa (já divulgada no Origem das Espécies).

 

 

Luís Naves é jornalista no Diário de Notícias e autor de dois romances e uma novela. Fez reportagens na Guiné-Bissau, Paquistão e Coreia do Norte, escrevendo habitualmente sobre temas europeus. Publica também nos blogues As penas do flamingo e Corta-fitas.

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Dave Eggers transformou o clássico infantil Where the Wild Things Are num guião para cinema. O filme, realizado por Spike Jonze, chega brevemente às salas de cinema portuguesas. O livro de Eggers está disponível no início de Novembro, publicado pela Quetzal, com tradução de Jorge Pereirinha Pires. Mais informação no Times online.

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O corpo não espera. Não. Por nós

ou pelo amor. Este pousar de mãos,

tão reticente e que interroga a sós

a tépida secura acetinada,

a que palpitava por adivinhada

em solitários movimentos vãos;

esse pousar em que não estamos nós,

mas uma sede, uma memória, tudo

o que sabemos de tocar desnudo

o corpo que não espera; este pousar 

que não conhece, nada vê, nem nada

ousa temer no seu temor agudo...

 

Tem tanta pressa o corpo! E já passou,

quando um de nós ou quando o amor chegou.

 

Um poema de Jorge de Sena, escolhido por Vasco Graça Moura para o livro 366 Poemas que Falam de Amor.

 


 

 

 

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Ernestina

19.10.09


Ernestina é mais do que um romance autobiográfico ou um volume de memórias de famílias ficcionadas. É um retrato de Trás-os-Montes, dos anos 1930 aos anos 1950, um romance que transcende o relato regionalista e que transpôs fronteiras, transformando-se num fenómeno editorial na Holanda. Ernestina é também o nome da mãe do autor e da intrépida protagonista deste livro. Sobre ela J. Rentes de Carvalho disse: «Mãe de um só filho, a sua vida, que foi de uma tristeza, amargura e terrível solidão, dava um livro. Escrevi-lho eu. E a sua morte quebra o último elo carnal que me ligava à terra onde nasci. Felizmente são ainda muitos e fortes os laços que a ela me prendem».

 

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«"Com os Holandeses" é um livro fundamental. À superfície, Rentes de Carvalho (uma estrela portuguesa na Holanda) escreve sobre os holandeses. Porém, o substracto do livro é sobre os portugueses. Rentes de Carvalho consegue aqui uma das melhores reflexões sobre aquela estranha questão: o que é ser-se português?»

 

Henrique Raposo escreve sobre Rentes de Carvalho na sua coluna no Expresso. Nem de propósito, este fim-de-semana chegou às livrarias Ernestina, o segundo livro de J. Rentes de Carvalho publicado pela Quetzal.

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«O nariz pode, na literatura, intervir num conto de Gógol, num pensamento de Pascal ou, implicitamente, na escrita de Cyrano, mas o que me entra nas narinas não considero literatura.»

 

 

 

Afonso Cruz, autor de Enciclopédia da Estória Universal, recentemente publicado na Quetzal, ocupa a coluna de opinião do blogtailors com um texto chamado Por causa das conchinhas. 

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QUETZAL. Ave da América Central, que morre quando privada de liberdade; raiz da palavra Quetzalcoatl (serpente emplumada), divindade tolteca, cuja alma teria subido ao céu sob a forma de Estrela da Manhã.

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