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Quetzal

Na companhia dos livros.

A reportagem poética de Haddad

Hubert Haddad escreve como fala nesta entrevista. Com uma linha contínua de pensamento que  encadeia as diferentes dimensões da sua experiência e do seu propósito. É esta linha que faz de Palestina um fluxo contínuo. A voz que nos guia neste romance, forçosamente escrito na terceira pessoa, é uma voz que começa por se enlaçar nos gestos de Cham.

 

Do excelente blogue Cabinet de Lecture | Rue 89, traduzimos livremente este parágrafo. Acabámos de publicar Palestina de Hubert Haddad, na série mediterrâneo. Chegou há dias às livrarias e é provavelmente o primeiro romance traduzido sobre o conflito israelo-árabe. Vale a pena ver os vídeos e ler o artigo completo.