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Quetzal

Na companhia dos livros.

Livro do dia e nas livrarias a 27 de abril

 

 

 

"Como em todos os outros livros de Bruce Chatwin, também neste tudo começa com uma viagem. Acontece que esta não é uma narrativa de viagens como aquelas que tornaram o autor famoso desde que publicou «Na Patagónia».

Quetzal na 82ª Feira do Livro de Lisboa

 

 

 

 

Inserida no espaço do Grupo Porto Editora, a Quetzal traz ao contacto dos leitores alguns dos escritores mais destacados do panorama literário português

 

Sessões de autógrafos: 

 

José Luís Peixoto – 5 e 12 de maio – 17h00

 

J. Rentes de Carvalho – 29 de abril – 16h00

 

Paulo Ferreira – 5 de maio – 17h00

 

Lançamentos:

  

Éramos Felizes e Não Sabíamos – Pedro Vieira – 27 de abril – 18h30

 

O Rebate – J. Rentes de Carvalho – 28 de abril – 19h00

 

Memorial do Coração – Ricardo de Saavedra – 4 de maio – 18h30

 

Somos Todos um Bocado Ciganos – Manuel Jorge Marmelo – 12 de maio – 16h00

 

 

Duetos Improváveis – Conversas entre autores da Quetzal

 

João Luís Barreto Guimarães e Paulo Freixinho – 5 de maio – 18h30

 

“Palavras que se cruzam com a poesia”

 

 

João Leal e Pedro Vieira – 11 de maio – 18h30

 

“Cidades reais e cidades dos livros”

 

 

Manuel Jorge Marmelo e Ricardo Dias Felner – 12 de maio – 18h30

 

“O que há de jornalismo na literatura”

 

  

Helena Vasconcelos e Henrique Raposo – 13 de maio – 18h30

 

“Portugal, país de mulheres”

Congresso Internacional Vergílio Ferreira - 17, 18 e 19 de maio

"O CEFi - Centro de Estudos de Filosofia da Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica Portuguesa, divulgando o labor de investigação no âmbito do “Seminário Internacional sobre Vergílio Ferreira”, organiza o Congresso Internacional “Da Ficção à Filosofia, no Cinquentenário de Estrela Polar e Da Fenomenologia a Sartre”, através do qual se possa reavivar a presença interpelante do infatigável escritor de “romances-problema”.

 

Num tempo de desnorte e de vazio antropológico, trazer uma vez mais ao debate um autor que não se cansa de procurar o “homem fundamental”, afigura-se tarefa urgente e necessária.

 

O CEFi endereça o convite à participação neste Congresso a todos os que se inquietam com o destino do ser humano."

Memorial do Coração - a 27 de abril nas livrarias

Biografia de António Manuel Couto Viana escrita a quatro mãos. Um documento magnífico sobre a vida e obra de Couto Viana, e que integra variadíssimos contributos e testemunhos de amigos, admiradores, contemporâneos e discípulos. Tem ainda um acervo extraordinário de fotografias, desenhos e outra iconografia.

 

 

Este memorial é um inusitado passeio pelos meandros culturais da segunda metade do século passado. Os protagonistas desdobraram o roteiro numa incontida conversa a quatro mãos, que começa ao lado do conjunto monumental da sala de visitas de Viana do Castelo e, sem paragens, se vai desenrolando em diferentes locais, de Braga a Lisboa, de Coimbra ao Porto, ou mais longe, do Brasil a África, a Macau e a tantos outros míticos recantos no oriente do Oriente.

 

Em busca de quê? Do «coração sensitivo e letrado», do Poeta que nasceu no palco, que introduziu o teatro infanto-juvenil em Portugal e ressuscitou o teatro de títeres, que durante duas décadas teve, só na capital, quase um milhão de crianças a esgotar os seus 1800 espectáculos, e que em peças para adultos deu uma lufada de ar fresco nos obsoletos tablados. Que se amesendou na Távola Redonda para reformular o lirismo vigente. Foi o Poeta que mais escreveu sobre os seus irmãos poetas, chegando a criar-lhes um dicionário, pois passou a vida a divulgar o lado nem sempre visível da cultura da sua geração. Daí que neste passeio se cruzem nomes, muitas centenas de nomes, artistas de gabarito ou nem tanto e literatos de todas as safras, sem se olhar às cores da tinta, antes ao talento da obra. E, quando todas as paisagens parecem esgotadas, quando nos julgamos chegados ao ponto de não regresso, eis que, de repente, surge o velho de novo. António Manuel Couto Viana volta, por mão própria, nestas páginas.

 

Clássico Contemporâneo

"O romance evita sabiamente demagogias e alegorias e privilegia a linguagem arcaizante e rigorosa, as descrições vívidas, um tempo cíclico mas elíptico, cheio de ecos e pressentimentos. Em 1994, este foi o romance de estreia de J. R. Direitinho, e esta reedição permite-nos confirmar o seu estatuto de clássico contemporâneo."

 

Pedro Mexia, Atual

 

"O som do tempo a passar"

"O mais espantoso nesta ficção, algures entre o romance de estrutura heterodoxa e a coletânea de contos que funcionam como unidades autónomas, é que Egan nunca perde o sentido do tema que atravessa todas as suas histórias dispersas: o tempo enquanto agente de mudança que tanto pode maltratar-nos (é ele o "brutamontes" do título) como redimir-nos, às vezes inesperadamente. O livro termina numa Nova Iorque futura, na década de 2020, com um concerto junto ao "Ground Zero" reconstruído. A música que fica a pairar, porém, não é a da slide guitar de Scotty, a improvável estrela "inventada" por Bennie, mas antes o "zumbido" da cidade, mistura de taipais a serem corridos, cães a ladrar "roucamente" e camiões a passar sobre as pontes, que é o "som do tempo a passar."

 

José Mário Silva, Atual, dá cinco estrelas ao livro de Jennifer Egan, A Visita do Brutamontes. Na mesma edição do suplemento do Expresso pode ler-se a entrevista com a autora norte-americana.

 

A Visita do Brutamontes finalista do prémio Impac Dublin 2012

Depois de receber prémios tão importantes como o Pulitzer de ficção 2011, o National Book Critics Circle de ficção 2011 e o Prémio Los Angeles Times (ficção), o livro de Jennifer Egan, A Visita do Brutamontes, que chega hoje às livrarias, é um dos 10 finalistas do Impac Dublin 2012. No valor de 100 mil euros, é o prémio anual mais avultado para uma obra de ficção publicada em inglês, incluindo obras traduzidas. Sublinhe-se que a tradução de Cemitério de Pianos, de José Luís Peixoto, fez parte da primeira seleção de obras candidatas a este prestigiado prémio. Mais informações sobre a lista de nomeados podem ser consultadas aqui.

 

Romance de ideias

"O leitor pode alhear-se dos envios, que vão de Shakespeare a Edith Sitwell, sem esquecer Diderot, Joyce e outros. Atolado em álcool e dívidas (um penoso processo de divórcio, uma amante cara), a história de Humboldt tem todos os ingredientes de um thriller com trânsito por Chicago, Madrid e Paris. Longe de ser um livro de mexericos, a verrina faz dele um notável romance de ideias."

 

Euardo Pitta, Sábado

 

O Legado de Humboldt, do prémio Nobel da literatura Saul Bellow, estará nas livrarias a partir de amanhã.

 

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