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Quetzal

Na companhia dos livros.

Passatempo Quetzal Feira do Livro (3)

Uma dupla oferta para o fim-de-semana. Basta identificar os livros das fotografias (título e nome do autor) e enviar um e-mail com as respostas para quetzalblog@sapo.pt. O primeiro leitor a acertar (nos dois livros) poderá levantar os livros a partir das 16h de 2ª feira, dia 2 de Maio, no stand da Quetzal. Podem enviar as vossas respostas até à meia-noite de dia 1. Boa sorte!

 

 

 

Debate Scruton

A 81ª edição da Feira do Livro de Lisboa começa hoje e, no próximo Sábado, haverá um debate sobre As Vantagens do Pessimismo, ensaio do filósofo Roger Scruton. O debate será moderado por Miguel Morgado e terá como convidados José Manuel Fernandes, Pedro Mexia e Rui Ramos. Será às 18:00, no auditório da APEL.

 

Turista Acidental

"Theroux deixa a charada "policial" elanguescer, entretendo-se a criar personagens como um patologista indiano correctíssimo, uma jovem estudante e bailarina agarrada às tradições do seu país - mas desejosa de lhes fugir - e um adido consular que conhece toda a gente e que até arranja um encontro de Delfont com um escritor chamado... Paul Theroux. A história (cómica) vai-se tornando cada vez mais negra enquanto o pobre Jerry, estafado com tanto sexo, descobre que a senhora Unger - o estereótipo da ocidental que deseja tornar-se "nativa", com os seus saris, as suas tatuagens de henna, a sua aculturação religiosa e social - é adepta de Kali, a deusa que reclama sacrifícios sangrentos."

 

Helena Vasconcelos, no Ípsilon, sobre Mão Morta, Um Crime em Calcutá, de Paul Theroux

Pessimismo

É por frases assim que vale a pena ler Scruton:

 

“Em suma, um objectivo inatingível escolhido pela sua pureza abstracta, em que as diferenças se conciliam, o conflito é vencido e a espécie humana é unificada numa unidade metafísica nunca pode ser questionado, uma vez que por natureza nunca pode ser posto à prova. Todos os crimes cometidos no caminho em direcção a ele são desvios, perversões ou traições, coisas que o ideal se destinava a evitar.”

 

A 29 de Abril nas livrarias

No Retrovisor da História

Luís Ricardo Duarte, no i, fez a crítica a O Acidente, de Ismail Kadaré, que se encontra nas livrarias desde a semana passada:

 

"Para o escritor albanês, o acidente é apenas um pretexto para falar de conflitos, relações de poder, reconstrução do passado e do papel que a ficção desempenha nesse processo."

 

 

 

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